Seminário do IMS tem mesa de debate do Cebes

Seminário do IMS tem mesa de debate do Cebes

Na semana em que o seu Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC), do Instituto de Medicina Social, comemora seus 40 anos, o IX Seminário de Pesquisa do Instituto de Medicina Social discute o presente e o futuro da saúde pública brasileira, sem negar suas conquistas.

Como fruto de um esforço coletivo de estudantes de mestrado e doutorado do IMS (muitos integrando o Cebes-RJ), o Seminário “Por um sistema único e uma saúde coletiva: reformas, resistências, revolução” espera suscitar debates sobre temas importantes para a Saúde Coletiva e o SUS, e também divulgar e integrar os trabalhos produzidos por estudantes do IMS e de outras instituições de ensino e pesquisa, gestão, assistência e serviços.

Nesta quarta-feira, 12 de novembro, três representantes do Cebes conduziram o debate da manhã “SUS PRESENTE! Dilemas da gestão do sistema de saúde brasileiro” a fim de discutir a posição da instituição sobre o tema.

 

 

Isabela Soares Santos, vice-presidente do CEBES, apresentou a crítica Cebiana à proposta de Cobertura Universal de Saúde (CUS), denunciando a cobiça das empresas multinacionais seguros privados de saúde no mercado brasileiro e a ameaça que isto representa para o direito universal à saúde e ao SUS.

Sônia Fleury, Cebiana histórica, mostrou a importância da nossa entidade na Reforma Sanitária dos anos 1980 e na construção do SUS. “[Em sua fala] Sônia defendeu a necessidade urgente de organizarmos uma agenda concreta e concisa de melhoria da gestão do Sistema, que sirva para pautar nossa intervenção junto aos movimentos sociais, o Conselho Nacional de Saúde e o governo” afirma Paulo Henrique Almeida Rodrigues, diretor executivo do Cebes.

Thiago Silva, membro do Cebes-SP, defendeu a necessidade de aproximar os trabalhadores e os sindicatos da defesa e da gestão do SUS.

Este ano, o seminário pretende responder quatro questões básicas:

1) Em que pé estamos?

2) Qual passo queremos dar?

3) Que posição marcar?

4) Que reformas devem ser feitas, que resistências fortalecidas, que revoluções iniciadas para que a saúde não tire nossos sonhos?

 

Na programação, são oferecidas quatro oficinas esta tarde e amanhã, antes do encerramento, o evento ainda trata de “Formação, produtividade e adoecimento”, “A Saúde Coletiva entre a ciência e a política”.

 

Acompanhe a transmissão ao vivo do quarto dia do Seminário de comemoração pelos 40 anos do PPGSC-IMS/UERJ.

Acesse a apresentação de Isabela Soares Santos.



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