Porque há um elevado custo de manutenção das reservas internacionais brasileiras e o paradoxo da parcimônia de Keynes

Porque há um elevado custo de manutenção das reservas internacionais brasileiras e o paradoxo da parcimônia de Keynes

Paulo Henrique de Almeida Rodrigues | UERJ e Cebes

 

Custos das reservas

 

Segundo o site do Banco Central do Brasil, a posição das reservas internacionais do Brasil, em 28 de agosto de 2017: era de US$ 381.891 milhões (BCB: 30/08/17). O Economista Reinaldo Gonçalves , no livro “Desenvolvimento às avessas: verdade, má-fé e ilusão no atual modelo brasileiro de desenvolvimento” (2013) argumenta que as elevadas reservas internacionais brasileiras vem sendo mal administradas e têm elevado custo cambial, fiscal e social para o país. Os principais argumentos dele são: nossas elevadas reservas vêm sendo mantidas além do que seria o nível ótimo das reservas (ver conceito a seguir) e administradas de forma passiva, ou seja, sem que o país venha usando parte delas para promover investimentos de infraestrutura que poderiam movimentar a economia, gerando empregos, encomendas para a indústria e contribuíssem para aumentar a produtividade que está em nível crítico. Alguns dos países dos BRICS, como foi o caso da China e da Índia, vêm utilizando parte das reservas com esse objetivo e com grande sucesso.

 

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