Cebes Debate: ‘Democracia e Reforma Agrária’ com João Pedro Stédile

Cebes Debate: ‘Democracia e Reforma Agrária’ com João Pedro Stédile

Dia 7 de maio às 17h Cebes Debate: Democracia e Reforma Agrária. Com João Pedro Stédile, Ana Costa, Carlos Fidelis e Lúcia Souto. Moderação: José Noronha.

◼️ Participantes:
▫️ João Pedro Stédile – Economista de formação, militante da reforma agrária, desde jovem, atua no MST na sua coordenação nacional. E participa também da FRENTE BRASL POPULAR e da via campesina internacional. A nível internacional ajuda construir a ASSEMBLEIA INTERNACIONAL DOS POVOS e o encontro mundial de movimentos populares com o Papa Francisco.

▫️ Ana Costa – Diretora do Cebes

▫️ Carlos Fidelis – Diretor do Cebes

▫️ Lucia Souto – Presidenta do Cebes

◼️ Moderação:
▫️ José Noronha – Diretor do Cebes

⏰ Quando? Segunda-feira (07.06) às 17h
?️ Transmissão: https://www.youtube.com/watch?v=_mimBX9yVRA


1a pergunta
ANA MARIA COSTA – minuto 20
Esse modelo de capitalismo que está sendo praticado e implementado pelo governo bolsonaro e pela política do paulo guedes. você que é fundado numa periferização crescente num nível de dependencia absoluta, que desindustrializa, mas que alguns desses atores da nova burguesia nacional está se dando muito bem como o agronegócio. Qual é a perspectiva para luta do MST, por justiça da Terra, pela luta que garante e amplia os direitos da população do campo nesse contexto nacional de um futuro próximo

Minuto 30
MARIA SOCORRO

Repactuar compromisso da esquerda, via Lula, com a burguesia direta clássica – seria fazer acordo inclusive com o Centrão, liberal e social democracia? Impeachment ou eleições 2022 como caminho para retomada da democracia no Brasil.

Como analisa os caminhos de um ou outro pelo caminho?

Minuto 41
CARLOS FIDELIS

Brasil é um país de dimensões continentais, campeão de produção agrícola, pecuária, no entanto, é o País da fome, da miséria. É o país da destruição ambiental e expulsa as pessoas do campo e oferece uma miséria na cidade, as cidades são celeiros de doença, desemprego e violência. O MST, apesar da mídia vender como extremista, o MST tem uma mensagem bonita a beça, do campesinato, de proteção do ambiente contra o modelo predatório que destrói – fala de agrofloresta, biodiversidade, produção sustentável. A ligação campo-cidade é fundamental pra discutir ambiente, saúde e tocar nesses dilemas todos: “como vamos construir um projeto inclusivo, democrático, sustentável e soberano” considerando ainda as questões de geopolítica muito forte – a gente viu o que fizeram com o BRICS desde o governo Temer. A gente está com um PIB que não chega à população, com processo de desindustrialização, serviços indo embora e o mercado interno acabando. Talvez tenha uma brecha para apoio de projeto de fortalecimento de mercado interno e consiga fazer algo mais nacional, ainda mais nessa conjuntura de proteção – a China está incentivando mercado interno para não depender de importações.

Minuto 100
LÍVIA MELLO



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