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David Capistrano da Costa Filho foi um dos mais importantes sanitaristas da história contemporânea brasileira. Líder e político de expressão nacional, foi fundador e militante de grande destaque do Cebes.

A proposta de uma entidade que formulasse um projeto contra-hegemônico na área da saúde e que construísse meios para promovê-lo e implantá-lo foi uma das ideias mais oportunas que David teve em 1976, ano em que a ditadura militar mostrava sinais de deterioração e os movimentos democráticos começavam a redefinir o projeto político nacional.

Nesse contexto, nasceu o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a Revista Saúde em Debate e a Coleção Saúde em Debate, articulados pela habilidade e iniciativa de Capistrano.

Nada mais justo, então, do que nomear a Biblioteca virtual da entidade em sua homenagem.

Esperamos que todos tenham acesso aos melhores conteúdos.

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 2 – Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 2 – Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS

A revista ‘Saúde em Debate’ acolheu a proposta da edição temática ‘Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS’. Os artigos discutem e ampliam o entendimento sobre as relações entre os conceitos de pesquisa translacional e de tradução do conhecimento para o SUS, além da sua importância para o Complexo Econômico e Industrial da Saúde, passando pela apresentação e pela análise de mecanismos e ferramentas para facilitar e mediar a aplicabilidade dos resultados de pesquisa científica nas políticas de saúde, até à investigação sobre como as estratégias governamentais podem incentivar o desenvolvimento da pesquisa translacional que vêm ocorrendo no Brasil.

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Saúde em Debate v. 43 n. 6 – Atenção básica e a micropolítica da gestão

Saúde em Debate v. 43 n. 6 – Atenção básica e a micropolítica da gestão

Atenção básica e a micropolítica da gestão - Propor movimentos de análise sobre o processo que opera na gestão e na produção das equipes de saúde não é uma ação rotineira que identificamos nos serviços. Com facilidade, o que encontramos são conflitos de diferentes origens e uma baixa capacidade de enfrentá-los como matéria: o gerar. São processos que agitam a vida dos serviços que recortam as atividades e nos convocam para análise, um convite que quase sempre deixamos para depois. São pontos que agitam o nosso processo de operar por entre as lógicas instituídas como analisadores. Tomar o cotidiano do trabalho nas suas diferentes redes e formas de atenção e gestão requer um exercício de olhar para uso das tecnologias que são incorporadas nesse processo em suas diferentes dimensões: operativas, políticas, comunicacionais, simbólicas, subjetivas.

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Saúde em Debate v. 43 n. Especial 5

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 5

Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’, realizado em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), propôs-se a abordar temas relevantes relacionados com a trajetória e com o futuro dos sistemas universais de saúde, em âmbito nacional e internacional. Os artigos e ensaios publicados certamente contribuirão para aprofundar reflexões, prospecções, análises e debates acerca das perspectivas e da sustentabilidade desses sistemas.

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Saúde em Debate v. 43 n. Especial 4

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 4

Este número temático representa a produção do primeiro Mestrado Profissional Justiça e Saúde para a Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), produto do Convênio 001/2016 celebrado entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a Emerj.

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Saúde em Debate v. 43 n. Especial 3

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 3

Este número temático especial tem como objetivo divulgar o conhecimento científico produzido por pesquisas desenvolvidas nos campos do saneamento e da saúde ambiental, suas interfaces e impactos na qualidade de vida e saúde da população brasileira.

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Saúde em Debate v.43 nº 122

Saúde em Debate v.43 nº 122

O Cebes, ao criar a RSD, em 1976, teve como objetivo divulgar resultados de estudos e pesquisas, análises, reflexões e relatos de experiências que contribuíssem para o campo da saúde coletiva e para a formulação, o planejamento e a avaliação de políticas para o Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de uma revista conhecida e lida pelos gestores e trabalhadores da saúde e que, por essa razão, acumula enorme contribuição na consolidação da política universal de saúde. Ainda hoje, quando a econometria direciona os projetos editoriais de muitas revistas acadêmicas, a RSD mantém-se firme nos seus propósitos de contribuir para a difusão de conhecimento científico aplicável ao setor da saúde. No caso em análise neste texto – os novos critérios da Capes para classificação dos periódicos –, o que poderia ser considerado uma virtude da RSD passa a ser um fator de diminuição ou de discriminação de sua presença no cenário da divulgação científica nacional. Isso não é apenas um contrassenso. É mais grave ainda, pois desenha um futuro perverso para a RSD e outros periódicos da área de saúde coletiva.

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