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	Comentários sobre: A 15a Conferência Nacional de Saúde pode fazer a diferença	</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Estudos de Saúde</description>
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		Por: Cícero Ferreira de Brito		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cícero Ferreira de Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 12:53:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Só para refrescar a memória, lembro que já tivemos temas como: Humanizar para atender bem, O SUS que temos e o SUS que queremos dentre outros semelhantes.Comecei a fazer controle social do SUS em 1999, e até agora o que vejo é um amontoado de leis sem validação alguma, já pude ver também atualmente discursos sobre controle social de políticas públicas onde estão deixando a margem destes, atores importantes deste processo que são os conselhos gestores constituídos por lei que juntos as conferências são denominados instâncias legais de discussão e de deliberação de cada política pública a ele inerente. Para tratar de entraves por vezes nos deparamos com conselhos e conselheiros(as) despreparados para agir nesta área, e quando temos um conselho ativo com demandas para defender o SUS este se depara com a vista grossa daqueles que segundo a CF de 1988 devem zelar pelos serviços de relevância pública e por aqueles que devem aplicar as leis para que assim tenhamos verdadeiramente um Estado democrático de direitos e não um Estado com fantasmas do totalitarismo.Quando vemos uma ONG da importância da CEBES reafirmando  que não haverá ‘Saúde Pública de qualidade para cuidar bem das pessoas’ sem a consolidação do SUS , nos perguntamos: sabendo que o SUS é regido por um arcabouço de legislação projetado e aprovado por legisladores(Políticos) escolhidos para bem representarem  e defenderem o direito do cidadão e cidadã, a essa altura da caminhada em defesa do SUS é viável consolidar, fazer valer o que já existe ou é melhor enfrentarmos as almas sujas que temos do congresso nacional até as câmaras de vereadores e a longo ou curto prazo fazermos uma reforma política nos moldes populares e verdadeiramente democrática?. Pensemos nisto.

                                                                   Brito, Jatobá PE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só para refrescar a memória, lembro que já tivemos temas como: Humanizar para atender bem, O SUS que temos e o SUS que queremos dentre outros semelhantes.Comecei a fazer controle social do SUS em 1999, e até agora o que vejo é um amontoado de leis sem validação alguma, já pude ver também atualmente discursos sobre controle social de políticas públicas onde estão deixando a margem destes, atores importantes deste processo que são os conselhos gestores constituídos por lei que juntos as conferências são denominados instâncias legais de discussão e de deliberação de cada política pública a ele inerente. Para tratar de entraves por vezes nos deparamos com conselhos e conselheiros(as) despreparados para agir nesta área, e quando temos um conselho ativo com demandas para defender o SUS este se depara com a vista grossa daqueles que segundo a CF de 1988 devem zelar pelos serviços de relevância pública e por aqueles que devem aplicar as leis para que assim tenhamos verdadeiramente um Estado democrático de direitos e não um Estado com fantasmas do totalitarismo.Quando vemos uma ONG da importância da CEBES reafirmando  que não haverá ‘Saúde Pública de qualidade para cuidar bem das pessoas’ sem a consolidação do SUS , nos perguntamos: sabendo que o SUS é regido por um arcabouço de legislação projetado e aprovado por legisladores(Políticos) escolhidos para bem representarem  e defenderem o direito do cidadão e cidadã, a essa altura da caminhada em defesa do SUS é viável consolidar, fazer valer o que já existe ou é melhor enfrentarmos as almas sujas que temos do congresso nacional até as câmaras de vereadores e a longo ou curto prazo fazermos uma reforma política nos moldes populares e verdadeiramente democrática?. Pensemos nisto.</p>
<p>                                                                   Brito, Jatobá PE.</p>
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