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	Comentários sobre: A questão democrática na área da saúde	</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Estudos de Saúde</description>
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		Por: Angela Maria de Oliveira Vieira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Maria de Oliveira Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2015 14:31:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Varios aspectos são imprescindíveis neste documento,mas uma pauta Q gostaria de ver destacada,escrevo a seguir: qdo um programa/projeto for desenvolvido por um órgão de saúde,principalmente o MINISTÉRIO DA SAÚDE , for implantar nos municípios/estado, Q se tenha o cuidado de promover antes de sua implantação  os recursos necessários para Q esses projetos funcionem antes de sua realização,Q haja um estudo mais aprofundado de todos os problemas Q vão advir desta nova proposta e não ser mais uma ação de cunho eminentemente  político ,exemplifico: qdo em 1995 entrei no medico de família,coisas como noção de família Q me parecia básica,deveriam ser discutidas,sem preconceito,adscrição de clientela,atenderíamos só os menos favorecidos ou o Q tinha plano de saúde tb?agora Q trabalho com moradores de rua/profissionais do sexo,me deparo com as mesmas dificuldades,p.ex: se é prevalente a TUBERCULOSE,como manejar ,uma vez Q o paciente não tem armário ou gaveta pra guardar seus pertences?como tratar um paciente Q não está cheirando a perfume,está desnutrido,é alcoolista e ao levar aos serviços, ouço da instituição,Q este paciente não pode ser atendido nesta ou aquela instituição,vou mais longe: na última semana levei um paciente a 3 instituições hospitalares,seu quadro: Sr de 58 anos ,alcoolista ,com ferida profunda em cintura escapular,com miíase,e celulite ao redor,dorso com lesão extensa purpurica,iniciei minha via Crucis as 10 e terminei as 19 GS,ouvindo sucessivas negativas,inclusive ouvindo de um colega Q o paciente não tinha perfil pra ser atendido naquele hospital geral,mesmo argumentando sobre a profundidade da lesão Q já havia artéria exposta,e com possibilidade de alguma alteração de coagulação,pois estava com púrpura extensa e sangrando mto qdo foi realizado curativo na única instituição Q atendeu o paciente: mtos disseram,mas Q serviço é este de vcs,não sabia Q tinha isso na cidade( deveriam tds os serviços da cidade serem informados) outro o Q vc quer com este paciente? Banho e rua( faço críticas à nossa própria classe),outra : pra Q tratar essa gnt,tds usam drogas.E por aí vai,pra Q não me estenda mais o Q gostaria de ver comtemplado,é Q tenhamos mais informação dos projetos Q por ventura venham ser implementados em cada município,e Q nós profissionais não sejamos os Q enfiam o pé na porta pra criar os fluxos necessários aos atendimentos Q fazem parte de nossa prática,desculpem por ter me alongado,mas não tive até hj um espaço pra sinalizar milhas críticas,nem mesmo os conselhos de classe,pois metas x os referidos programas são implantados sem Q se façam uma consulta ou informe aos mesmos pra termos a certeza de Q o órgão de classe envolvido está sabendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Varios aspectos são imprescindíveis neste documento,mas uma pauta Q gostaria de ver destacada,escrevo a seguir: qdo um programa/projeto for desenvolvido por um órgão de saúde,principalmente o MINISTÉRIO DA SAÚDE , for implantar nos municípios/estado, Q se tenha o cuidado de promover antes de sua implantação  os recursos necessários para Q esses projetos funcionem antes de sua realização,Q haja um estudo mais aprofundado de todos os problemas Q vão advir desta nova proposta e não ser mais uma ação de cunho eminentemente  político ,exemplifico: qdo em 1995 entrei no medico de família,coisas como noção de família Q me parecia básica,deveriam ser discutidas,sem preconceito,adscrição de clientela,atenderíamos só os menos favorecidos ou o Q tinha plano de saúde tb?agora Q trabalho com moradores de rua/profissionais do sexo,me deparo com as mesmas dificuldades,p.ex: se é prevalente a TUBERCULOSE,como manejar ,uma vez Q o paciente não tem armário ou gaveta pra guardar seus pertences?como tratar um paciente Q não está cheirando a perfume,está desnutrido,é alcoolista e ao levar aos serviços, ouço da instituição,Q este paciente não pode ser atendido nesta ou aquela instituição,vou mais longe: na última semana levei um paciente a 3 instituições hospitalares,seu quadro: Sr de 58 anos ,alcoolista ,com ferida profunda em cintura escapular,com miíase,e celulite ao redor,dorso com lesão extensa purpurica,iniciei minha via Crucis as 10 e terminei as 19 GS,ouvindo sucessivas negativas,inclusive ouvindo de um colega Q o paciente não tinha perfil pra ser atendido naquele hospital geral,mesmo argumentando sobre a profundidade da lesão Q já havia artéria exposta,e com possibilidade de alguma alteração de coagulação,pois estava com púrpura extensa e sangrando mto qdo foi realizado curativo na única instituição Q atendeu o paciente: mtos disseram,mas Q serviço é este de vcs,não sabia Q tinha isso na cidade( deveriam tds os serviços da cidade serem informados) outro o Q vc quer com este paciente? Banho e rua( faço críticas à nossa própria classe),outra : pra Q tratar essa gnt,tds usam drogas.E por aí vai,pra Q não me estenda mais o Q gostaria de ver comtemplado,é Q tenhamos mais informação dos projetos Q por ventura venham ser implementados em cada município,e Q nós profissionais não sejamos os Q enfiam o pé na porta pra criar os fluxos necessários aos atendimentos Q fazem parte de nossa prática,desculpem por ter me alongado,mas não tive até hj um espaço pra sinalizar milhas críticas,nem mesmo os conselhos de classe,pois metas x os referidos programas são implantados sem Q se façam uma consulta ou informe aos mesmos pra termos a certeza de Q o órgão de classe envolvido está sabendo.</p>
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