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	Comentários sobre: Porque todos nós precisamos do SUS e sem abertura do capital estrangeiro na saúde	</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Estudos de Saúde</description>
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		<title>
		Por: Pedro da Silva		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-43666</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 18:10:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A saúde não é um direito uma vez que ninguém tem a obrigação de dar a mesma a você, é lindo que você tenha tido um &quot;sonho&quot;, mas é só isso mesmo, um mero sonho uma ilusão a saúde publica nunca funcionou e nem nunca funcionara pois é controlada por burocratas imbecis, longe da demanda real do mercado, a unica capaz de pesar a preferencia das pessoas, e assim entregar um produto de qualidade, a abertura de capital estrangeiro não é ótimo, é maravilhoso e melhor ainda seria a completa privatização de todo o sistema de saúde, e a extirpação dessa maluquice amorfa e desfuncional chamada de SUS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde não é um direito uma vez que ninguém tem a obrigação de dar a mesma a você, é lindo que você tenha tido um &#8220;sonho&#8221;, mas é só isso mesmo, um mero sonho uma ilusão a saúde publica nunca funcionou e nem nunca funcionara pois é controlada por burocratas imbecis, longe da demanda real do mercado, a unica capaz de pesar a preferencia das pessoas, e assim entregar um produto de qualidade, a abertura de capital estrangeiro não é ótimo, é maravilhoso e melhor ainda seria a completa privatização de todo o sistema de saúde, e a extirpação dessa maluquice amorfa e desfuncional chamada de SUS.</p>
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		<title>
		Por: Jorge Luizi Pinho		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-18811</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jorge Luizi Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2015 19:22:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sistema Único de Saúde não é para pobres, o plano privado, mas de Saúde é para “ricos”, a Saúde é para todos.
Eu não quero dar uma de Martin Luther King, mas, guardadas as devidas proporções, eu vou usar a mesma grande sacada: 
Eu tive um sonho! Nesse sonho havia o Sistema Único de Saúde, público; e havia o Sistema Suplementar, de SAÚDE, privado. Cada um com o seu modelo particular de financiamento sim, mas ambos de SAÚDE. 
Financiamento como um instrumento de gestão, não seu limitador, ou bode expiatório.
Os dois organizados e funcionando baseados na nossa Lei fundamental, promovendo SAÚDE como direito do indivíduo e dever tanto do estado quanto da sociedade; SAÚDE como definida na nossa Lei suprema.
Cada um com a sua rede de prestação de serviços (exclusiva ou não) organizada, suficiente, integrada, estruturada  e funcionando de acordo com princípios e diretrizes promotores de SAÚDE; com foco no indivíduo, no cidadão, no consumidor, no cliente, no usuário.
O público preocupado com o nível de saúde de sua população adscrita. O privado da mesma forma, utilizando o risco (nível de saúde!!) de sua clientela adscrita como um instrumento estratégico para a melhoria da qualidade de vida e a sinistralidade como fidelização de sua clientela.
Ambos de portas abertas, atuando de forma proativa na resolução dos problemas e na promoção e melhoria dos níveis de saúde.
Nesse meu sonho, a prática dos profissionais, dos dois sistemas, estava adequada às necessidades de sua população e a distribuição da rede também!
Ambos, na gestão, preocupados em capacitar os seus recursos e sua rede, além de, contribuir e estimular os indivíduos a se apropriarem de sua saúde. 
O privado, nem barato, nem caro, mas justo, para os que pudessem pagar; o público, não gratuito, mas de grande valor para os que “não pagassem” e a SAÚDE para todos!
Eu tive um sonho: isso não é um sonho?!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde não é para pobres, o plano privado, mas de Saúde é para “ricos”, a Saúde é para todos.<br />
Eu não quero dar uma de Martin Luther King, mas, guardadas as devidas proporções, eu vou usar a mesma grande sacada:<br />
Eu tive um sonho! Nesse sonho havia o Sistema Único de Saúde, público; e havia o Sistema Suplementar, de SAÚDE, privado. Cada um com o seu modelo particular de financiamento sim, mas ambos de SAÚDE.<br />
Financiamento como um instrumento de gestão, não seu limitador, ou bode expiatório.<br />
Os dois organizados e funcionando baseados na nossa Lei fundamental, promovendo SAÚDE como direito do indivíduo e dever tanto do estado quanto da sociedade; SAÚDE como definida na nossa Lei suprema.<br />
Cada um com a sua rede de prestação de serviços (exclusiva ou não) organizada, suficiente, integrada, estruturada  e funcionando de acordo com princípios e diretrizes promotores de SAÚDE; com foco no indivíduo, no cidadão, no consumidor, no cliente, no usuário.<br />
O público preocupado com o nível de saúde de sua população adscrita. O privado da mesma forma, utilizando o risco (nível de saúde!!) de sua clientela adscrita como um instrumento estratégico para a melhoria da qualidade de vida e a sinistralidade como fidelização de sua clientela.<br />
Ambos de portas abertas, atuando de forma proativa na resolução dos problemas e na promoção e melhoria dos níveis de saúde.<br />
Nesse meu sonho, a prática dos profissionais, dos dois sistemas, estava adequada às necessidades de sua população e a distribuição da rede também!<br />
Ambos, na gestão, preocupados em capacitar os seus recursos e sua rede, além de, contribuir e estimular os indivíduos a se apropriarem de sua saúde.<br />
O privado, nem barato, nem caro, mas justo, para os que pudessem pagar; o público, não gratuito, mas de grande valor para os que “não pagassem” e a SAÚDE para todos!<br />
Eu tive um sonho: isso não é um sonho?!</p>
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		<title>
		Por: Barbara		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-17839</link>

		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 14:00:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto excelente e didatico.
Soma-se a gravidade dessa situacao, interesses excusos de gestores que sucateiam e terceirizam a Saude Publica, para posteriormente gerenciarem e lucrarem OSS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto excelente e didatico.<br />
Soma-se a gravidade dessa situacao, interesses excusos de gestores que sucateiam e terceirizam a Saude Publica, para posteriormente gerenciarem e lucrarem OSS.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Antonio Marcos		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16875</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2015 11:45:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom texto Isabela. Como você mesmo disse o SUS melhorou sim a vida de muitos brasileiros. Entretanto, os sérios problemas operacionais e assistenciais vigentes estão diretamente conectados a esta corrupção endêmica e metastática que prolifera em nosso pais. Essa visão de que sempre o particular é melhor corrompe os princípios e alicerça um posicionamento errôneo por parte da sociedade em relação ao SUS. Em sua estrutura, ele é perfeito sim. Embora tenhamos experiências exitosas em algumas regiões do país, ainda temos grandes problemas assistenciais. Acredito sim que o problema não está no SUS e sim nos desvios, gestores incapazes e uma parcela da sociedade civil que ainda desconhece os princípios do sistema, tendo uma postura apenas crítica, que nada colabora com o processo de restruturação que a demanda precisa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom texto Isabela. Como você mesmo disse o SUS melhorou sim a vida de muitos brasileiros. Entretanto, os sérios problemas operacionais e assistenciais vigentes estão diretamente conectados a esta corrupção endêmica e metastática que prolifera em nosso pais. Essa visão de que sempre o particular é melhor corrompe os princípios e alicerça um posicionamento errôneo por parte da sociedade em relação ao SUS. Em sua estrutura, ele é perfeito sim. Embora tenhamos experiências exitosas em algumas regiões do país, ainda temos grandes problemas assistenciais. Acredito sim que o problema não está no SUS e sim nos desvios, gestores incapazes e uma parcela da sociedade civil que ainda desconhece os princípios do sistema, tendo uma postura apenas crítica, que nada colabora com o processo de restruturação que a demanda precisa.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Helberth saraiva do Carmo		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16724</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helberth saraiva do Carmo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 14:04:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[insisto  ocupemos as ruas,as câmaras,as assembleias,os espaços públicos.
A nossa liberdade de expressão.
Não a Mídia,sim as informações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>insisto  ocupemos as ruas,as câmaras,as assembleias,os espaços públicos.<br />
A nossa liberdade de expressão.<br />
Não a Mídia,sim as informações.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Helberth saraiva do Carmo		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16723</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helberth saraiva do Carmo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 14:02:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16650&quot;&gt;José Sestelo&lt;/a&gt;.

Excelente texto.
Vamos nos mobilizar para multiplicar essas informações  em larga escala afim de informamos as pessoas a importancia so SUS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16650">José Sestelo</a>.</p>
<p>Excelente texto.<br />
Vamos nos mobilizar para multiplicar essas informações  em larga escala afim de informamos as pessoas a importancia so SUS.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Luiz Pimenta dos Santos		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16720</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Luiz Pimenta dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 10:12:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acredito que enquanto houver distancia  da discussão politica ,por boa parte da população esses fatos  irão passar desapercebido .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que enquanto houver distancia  da discussão politica ,por boa parte da população esses fatos  irão passar desapercebido .</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anderson Nascimento		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16671</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anderson Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 22:35:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não li essa lei orgânica por inteiro, mas a argumentação desse texto é muito ruim, de alguém que acredita que o SUS funciona e que não entende de programa de saúde. O SUS e seu modelo de saúde está falido, primeiro porque não tem estrutura, falta leito de hospitais, falta medicações, existe uma fila gigantesca de cirurgias que não são realizadas, falta estruturação dos exames, a tabel de repasse está desatualizada em 10 anos e sobra médicos e funcionários mal remunerados e de má qualidade que se apóiam nos baixos salários e no concursamento de seus empregos para atenderem mal ou serem tão ineficientes. Acho que a autora do texto ao invés de ficar discutindo leis que apenas são bonitas no papel, direitos que existem mas não são cumpridos, deveria mostrar o quanto o SUS está ruim, o quanto de dinheiro que está sendo mal gasto na saúde ou desviado e alternativas para isso. Eu dou uma sujestão, avalie um sistema de saúde que funciona, exemplo Alemanha, o quanto de imposto é destinado ao setor, como ele de fato funciona e escreva algo útil. Eu já te adianto, lá o serviço é pago pelo governo, mas é terceirizado, e a concorrência de mercado faz com que os atendimentos e serviços sejam eficazes e excelentes. A famosa meritocracia. Podemos fazer o mesmo e dinheiro temos, afinal nossa carga de impostos é enorme.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não li essa lei orgânica por inteiro, mas a argumentação desse texto é muito ruim, de alguém que acredita que o SUS funciona e que não entende de programa de saúde. O SUS e seu modelo de saúde está falido, primeiro porque não tem estrutura, falta leito de hospitais, falta medicações, existe uma fila gigantesca de cirurgias que não são realizadas, falta estruturação dos exames, a tabel de repasse está desatualizada em 10 anos e sobra médicos e funcionários mal remunerados e de má qualidade que se apóiam nos baixos salários e no concursamento de seus empregos para atenderem mal ou serem tão ineficientes. Acho que a autora do texto ao invés de ficar discutindo leis que apenas são bonitas no papel, direitos que existem mas não são cumpridos, deveria mostrar o quanto o SUS está ruim, o quanto de dinheiro que está sendo mal gasto na saúde ou desviado e alternativas para isso. Eu dou uma sujestão, avalie um sistema de saúde que funciona, exemplo Alemanha, o quanto de imposto é destinado ao setor, como ele de fato funciona e escreva algo útil. Eu já te adianto, lá o serviço é pago pelo governo, mas é terceirizado, e a concorrência de mercado faz com que os atendimentos e serviços sejam eficazes e excelentes. A famosa meritocracia. Podemos fazer o mesmo e dinheiro temos, afinal nossa carga de impostos é enorme.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: José Sestelo		</title>
		<link>https://cebes.org.br/ate-quando-aceitaremos-isso-cara-palida/16788/#comment-16650</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Sestelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 16:47:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pelo texto Isabela!

Penso que, no que se refere a esse tema, é necessário apontar a inconstitucionalidade da medida mas, isso não é suficiente. É preciso apontar por que é importante que o sistema seja público e também por que não é bom que a lógica financeira controle leitos hospitalares. Se já não se acha leitos de obstetrícia (por que não dá lucro), agora é que vai ficar difícil parir. Se os hospitais não atenderem às expectativas de 15% de lucro, como prevêm os investidores que compram os títulos do FIP Saúde, cabeças vão rolar...
Os defensores da abertura ao capital estrangeiro foram bem sucedidos em convencer o congresso e o governo sobre as suas supostas vantagens. Trata-se de um movimento político articulado e gestado nas entranhas do governo há pelo menos um ano, portanto, não havia, de fato, a menor possibilidade de veto presidencial.
Pior. Agora, com a nova mesa diretora da câmara certamente não haverá também a menor possibilidade de se articular uma reversão. Ou seja, se o movimento sanitário pretender abrir a discussão e pautar uma conversa qualificada com fundamentação e argumentos, não encontrará interlocutores disponíveis. São favas contadas.
É gravíssimo que a Lei Orgânica da Saúde tenha sido modificada quase sem que o movimento sanitário se desse conta do que estava em curso.
Para manter o otimismo, em uma visão estratégica, quem sabe agora podemos nos empenhar no trabalho necessário de conhecer quem são esses agentes, cada vez mais articulados, que obtiveram vitória tão retumbante sobre um movimento sanitário, cada vez mais isolado?
Há muito por fazer, porisso há razão para otimismo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto Isabela!</p>
<p>Penso que, no que se refere a esse tema, é necessário apontar a inconstitucionalidade da medida mas, isso não é suficiente. É preciso apontar por que é importante que o sistema seja público e também por que não é bom que a lógica financeira controle leitos hospitalares. Se já não se acha leitos de obstetrícia (por que não dá lucro), agora é que vai ficar difícil parir. Se os hospitais não atenderem às expectativas de 15% de lucro, como prevêm os investidores que compram os títulos do FIP Saúde, cabeças vão rolar&#8230;<br />
Os defensores da abertura ao capital estrangeiro foram bem sucedidos em convencer o congresso e o governo sobre as suas supostas vantagens. Trata-se de um movimento político articulado e gestado nas entranhas do governo há pelo menos um ano, portanto, não havia, de fato, a menor possibilidade de veto presidencial.<br />
Pior. Agora, com a nova mesa diretora da câmara certamente não haverá também a menor possibilidade de se articular uma reversão. Ou seja, se o movimento sanitário pretender abrir a discussão e pautar uma conversa qualificada com fundamentação e argumentos, não encontrará interlocutores disponíveis. São favas contadas.<br />
É gravíssimo que a Lei Orgânica da Saúde tenha sido modificada quase sem que o movimento sanitário se desse conta do que estava em curso.<br />
Para manter o otimismo, em uma visão estratégica, quem sabe agora podemos nos empenhar no trabalho necessário de conhecer quem são esses agentes, cada vez mais articulados, que obtiveram vitória tão retumbante sobre um movimento sanitário, cada vez mais isolado?<br />
Há muito por fazer, porisso há razão para otimismo!</p>
]]></content:encoded>
		
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