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	Comentários sobre: CEBES-RJ apoia o manifesto do SinMed-RJ contra a criação dos critérios de seleção de vida ou de morte e pelo reforço à constitucionalidade do SUS, sua universalidade e equidade	</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Estudos de Saúde</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Jan 2022 22:00:58 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Laerte Vaz de Melo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laerte Vaz de Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2020 00:24:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cebes.org.br/?p=21803#comment-44948</guid>

					<description><![CDATA[Em meio ao pandemônio e pandemia, ao grande  surto de violência muitos recuam horrorizados e ,incrédulos.  A irracionalidade se converteu em razão ? 
Mas na leitura do MANIFESTO DO SINDMED consolida que ¨o medico deve  guardar respeito pela vida humana, atuando  sempre em beneficio do paciente. Sem jamais acobertar tentativa contra sua dignidade e Integridade. Somos o único ser que combina , em sua vida social,  a  necessidade física e biológica com os deveres éticos, a. . sujeição naturais com autonomia de ação.
Manifesto traz a luz o oxigênio da liberdade e da dignidade.
Supera a posição egocêntrica um fermento de desunião;  e de desconcerto na vida social: é o caminho da morte.  
Assim, é brutal aqueles que designam a vida ou a morte , ao sofrimento, suplicio ao descarte da ético numa mero método geométric0. O Manifesto é razão humana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio ao pandemônio e pandemia, ao grande  surto de violência muitos recuam horrorizados e ,incrédulos.  A irracionalidade se converteu em razão ?<br />
Mas na leitura do MANIFESTO DO SINDMED consolida que ¨o medico deve  guardar respeito pela vida humana, atuando  sempre em beneficio do paciente. Sem jamais acobertar tentativa contra sua dignidade e Integridade. Somos o único ser que combina , em sua vida social,  a  necessidade física e biológica com os deveres éticos, a. . sujeição naturais com autonomia de ação.<br />
Manifesto traz a luz o oxigênio da liberdade e da dignidade.<br />
Supera a posição egocêntrica um fermento de desunião;  e de desconcerto na vida social: é o caminho da morte.<br />
Assim, é brutal aqueles que designam a vida ou a morte , ao sofrimento, suplicio ao descarte da ético numa mero método geométric0. O Manifesto é razão humana</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Nelson Robson Mendes de Souza		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Robson Mendes de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 02:59:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não há disposição para reativar os milhares de leitos disponíveis nos hospitais do governo Federal, Estadual e Municipal aqui no Rio de Janeiro. Muito menos de fazer as carreiras da área de saúde como carreira de Estado. O mesmo em relação em investir na Atenção Primária à Saúde (APS)
Durante anos os governos cortaram verbas na área de saúde encarando isso como gasto.
Cortes pesados na APS, nas aéreas de emergência, saúde mental e em toda a rede de saúde. Isso tornou o sistema que já era sobrecarregado para o atendimento elevado já existente, quanto mais para enfrentar uma pandemia.
Não  há gestão coordenada da crise, muito menos cooperação, mas falta carreira profissional. Os trabalhadores da área de saúde não tem vínculo, muitos PJ ou terceirizados, sem diretos trabalhistas.
Abrem-se leitos em locais improvisaveis e provisórios sem investir nos leitos e equipes já existentes, sem pensar nas condições operacionais e resultados, provávelmente, inferior.
Fala-se em escolher quem irá morrer, sem uma gestão de todos os leitos que poderiam ser aproveitados como já citados, além dos hospitais universitários, militares e leitos de outros Municípios. 
Sem carreira não teremos equipes de emergência adequadas e transferir médicos de outras especialidades para inaugurar os hospitais de campanha e temerário, além de irresponsável pois tira profissionais necessários em seus locais de trabalho, afinal a há outras doenças que necessitam de cuidado. Melhor seria trazer médicos treinados  das forças armadas e estrangeiros
  Esses hospitais de campanha seriam melhor usados se fosse para desafogar os leitos hospitalares de pacientes crônicos e em estabilização.
Além disso, falta isolamento social e transporte público adequado para evitar aglomeração de pessoas. Assim, ocorre aumento do número de casos sem uma resposta das autoridades 
Falta gestão estratégica , coordenação e vontade política e sobram interesses outros. Acham mais fácil deixar as pessoas morrerem do que trabalharem para revitalizar o SIS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há disposição para reativar os milhares de leitos disponíveis nos hospitais do governo Federal, Estadual e Municipal aqui no Rio de Janeiro. Muito menos de fazer as carreiras da área de saúde como carreira de Estado. O mesmo em relação em investir na Atenção Primária à Saúde (APS)<br />
Durante anos os governos cortaram verbas na área de saúde encarando isso como gasto.<br />
Cortes pesados na APS, nas aéreas de emergência, saúde mental e em toda a rede de saúde. Isso tornou o sistema que já era sobrecarregado para o atendimento elevado já existente, quanto mais para enfrentar uma pandemia.<br />
Não  há gestão coordenada da crise, muito menos cooperação, mas falta carreira profissional. Os trabalhadores da área de saúde não tem vínculo, muitos PJ ou terceirizados, sem diretos trabalhistas.<br />
Abrem-se leitos em locais improvisaveis e provisórios sem investir nos leitos e equipes já existentes, sem pensar nas condições operacionais e resultados, provávelmente, inferior.<br />
Fala-se em escolher quem irá morrer, sem uma gestão de todos os leitos que poderiam ser aproveitados como já citados, além dos hospitais universitários, militares e leitos de outros Municípios.<br />
Sem carreira não teremos equipes de emergência adequadas e transferir médicos de outras especialidades para inaugurar os hospitais de campanha e temerário, além de irresponsável pois tira profissionais necessários em seus locais de trabalho, afinal a há outras doenças que necessitam de cuidado. Melhor seria trazer médicos treinados  das forças armadas e estrangeiros<br />
  Esses hospitais de campanha seriam melhor usados se fosse para desafogar os leitos hospitalares de pacientes crônicos e em estabilização.<br />
Além disso, falta isolamento social e transporte público adequado para evitar aglomeração de pessoas. Assim, ocorre aumento do número de casos sem uma resposta das autoridades<br />
Falta gestão estratégica , coordenação e vontade política e sobram interesses outros. Acham mais fácil deixar as pessoas morrerem do que trabalharem para revitalizar o SIS</p>
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