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	Comentários sobre: Mais Médicos pode sofrer esgotamento, diz professor	</title>
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		Por: Mareu Soares		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mareu Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2013 18:32:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o SUS (&quot;sistema&quot; único que nada tem de &quot;único&quot;), é impossível um plano de carreira federal sendo  o gestor principal de nível municipal. Então vamos parar com a história de plano de carreira no momento, que é um factóide usado pelas entidades corporativas. Além do que a CF delibera sobre salários do funcionário público civil e estabelece um máximo em relação a cada nível de poder, não podendo o funcionário municipal ter salário superior ao do prefeito (sabem quanto é o salário do prefeito de &quot;São João das Almas Perdidas&quot;?).  O professor aí não atende pessoas e não sabe que o fundamental da profissão é a relação médico-paciente. Não tem nada de &quot;ascender e dar lugar a outros&quot;; isso é certo para juízes e/ou promotores, que quanto mais distanciamento dos moradores de uma cidade melhor fica para julgar. Médico tem que cativar o povo e ficar aí, toda a vida. Não quer ficar ou quer enriquecer? Vai para outra profissão. Solução definitiva? Acabar com ANS, serviço médico do Senado, o da Câmara. o da Assembléia do RJ e de todos os estados, os das prefeituras, o do Judiciário, etc, etc, e fazer UM ÚNICO SERVIÇO FEDERAL DE SAÚDE. Sem tripartite, quadripartite, pentapartite, e outras baboseiras. Comissão municipal: SIM! Prefeiturização; NÃO! NÃO!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o SUS (&#8220;sistema&#8221; único que nada tem de &#8220;único&#8221;), é impossível um plano de carreira federal sendo  o gestor principal de nível municipal. Então vamos parar com a história de plano de carreira no momento, que é um factóide usado pelas entidades corporativas. Além do que a CF delibera sobre salários do funcionário público civil e estabelece um máximo em relação a cada nível de poder, não podendo o funcionário municipal ter salário superior ao do prefeito (sabem quanto é o salário do prefeito de &#8220;São João das Almas Perdidas&#8221;?).  O professor aí não atende pessoas e não sabe que o fundamental da profissão é a relação médico-paciente. Não tem nada de &#8220;ascender e dar lugar a outros&#8221;; isso é certo para juízes e/ou promotores, que quanto mais distanciamento dos moradores de uma cidade melhor fica para julgar. Médico tem que cativar o povo e ficar aí, toda a vida. Não quer ficar ou quer enriquecer? Vai para outra profissão. Solução definitiva? Acabar com ANS, serviço médico do Senado, o da Câmara. o da Assembléia do RJ e de todos os estados, os das prefeituras, o do Judiciário, etc, etc, e fazer UM ÚNICO SERVIÇO FEDERAL DE SAÚDE. Sem tripartite, quadripartite, pentapartite, e outras baboseiras. Comissão municipal: SIM! Prefeiturização; NÃO! NÃO!</p>
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