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	Comentários sobre: Nota: Projeto de lei retira da sociedade brasileira o controle das pesquisas envolvendo seres humanos	</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Estudos de Saúde</description>
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		<title>
		Por: Heleno Rodrigues Corrêa Filho		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-24983</link>

		<dc:creator><![CDATA[Heleno Rodrigues Corrêa Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2015 01:08:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezados,
Tento aqui uma comunicação explícita e conduzida por argumentos. A passionalidade diante de tanto descalabro no Congresso brasileiro desta legislatura 2014-2018 é quase inevitável pelo número mínimo de 360 golpistas-lobistas de empresas privadas que lá estão, destruindo direitos sociais, conquistas trabalhistas e projetos de futuro. Definitivamente lobistas fazem mal, muito mal. Também faz mal o trabalhador da saúde que não sabe que é lobista e atua como se fosse pensando usufruir das benesses do financiamento empresarial em suas pesquisas.
Estudei o PLS200/2015 em toda sua extensão. Vejo-o como uma quase transcrição das normas pré-existentes em nível de Portarias e resoluções do CNS.
A minha manifestação segue a da Grazielle, com concordância parcial e veto ao caráter privatista embutido como um jabuti subido no poste no artigo 3. Para ler o original tive de recorrer ao site do Senado em [ http://www.senado.leg.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=163827&#038;tp=1 ]
==========================
DEFENDO A ADESÃO DO CEBES ÀS MANIFESTAÇÕES DE OUTRAS ORGANIZAÇÕES EM CONTRÁRIO PELA PARCIALIDADE, PRIVATIZAÇÃO E TERCEIRIZAÇÃO pelos seguintes motivos:
O Artigo 3 parágrafo 5 de fato permite a terceirização de permissões para Comitês de Ética Independentes (de instituições privadas ou fora do SUS) o que criará em laboratórios privados e clínicas subcontratadas uma instância fora do SUS e fora do controle social para este fim. Ensaio clínico deveria estar submetido ao SUS por questão de Constituição e de Leis. Está se criando um sistema paralelo a receber investimento. Será uma festa fazer ensaios clínicos muito bem remunerados em qualquer subúrbio do Brasil.
Para defender ainda mais os interesses privados na Seção II, o artigo 7o inciso 3o parágrafo 5o insere uma barbaridade que é o DIREITO dos proponentes de pesquisa assistirem TODAS as discussões de seu projeto pessoalmente, criando uma instância de chantagem presencial, econômica e política, sobre os membros do CEP. Não trata de criar a possibilidade de solicitar uma audiência em caso de discordância ou veto OU em grau de recurso. Trata de simplesmente vazar as discussões de caráter ético de um CEP pela presença de lobistas e interessados, com DIREITO a voz. Estamos trocando um sistema autoritário anônimo e aberrante por um sistema vassalo dos proponentes mais fortes.
==========================
O principal defeito deste projeto é o que ele não faz: _ A Lei Brasileira DEVIA criar um órgão nacional de captação de projetos de ensaios clínicos para produtos e substâncias carentes de verificação de eficácia e efetividade que recebesse dinheiro e lançasse editais PÚBLICOS de livre concorrência a serem julgados e, posteriormente, financiados com verba do caixa depositado pelos interessados em caso de tecnologias de origem privada. As verbas publicas seriam destinadas a testar produtos não cobertos por patentes e interesses comerciais. Seria assim criado um sistema nacional de acreditação de tecnologias de equipamentos e produtos em saúde subordinado a diferentes níveis de complexidade e participação. Devíamos acabar com a possibilidade de o fabricante testar sozinho sua própria obra em humanos por ele escolhidos e pagos, ainda que seja chamado de ressarcimento.
==========================
Penso que não devemos ser levados nesta análise do PLS200/2015 pelas aparências e nossas (minhas) revoltas contra a inoperância do sistema brasileiro liderado pelo CONEP. Esse sistema hoje é ruim, subfinanciado, amador, capenga, autoritário, não auditado, não recorrível, não contestável, mal desenvolvido, e profundamente chato e incompetente. Na verdade tem infernizado as nossas vidas mas tem, por outro lado, protegido os brasileiros vulneráveis a ensaios clínicos falsos, mal conduzidos e mal projetados, que as companhias farmacêuticas faziam sem dar satisfação a ninguém. Não é por que nosso sistema não nos satisfaz que ele é ruim e deva ser PRIVATIZADO. O sistema é ruim por que não aprendemos a fazer direito e por que a nossa política de saúde, assim como o SUS não é prioridade de estado, de nenhum dos governos presentes ou passados.

Uma das confusões existentes hoje no sistema é fruto de tratar-se da mesma maneira, indevidamente, os ensaios clínicos e as pesquisas de caráter programático, processual, político, administrativo, sociológicas, antropológicas. Pede-se a uma pessoa que responderá uma lista de opiniões o mesmo tipo e a mesma fórmula de conhecimentos e concordância daquela solicitada aos que serão objeto de intervenção clínica.
Para tratar-se de maneira correta os dois ou mais sistemas de pesquisa deveriam os CEPs serem capacitados a realizar rotinas diferentes daquelas de homologar papéis, carimbos, formulários e listas de checklists que nada tem que ver com pesquisas não clínicas. Deveriam ser capacitados a não pretender interferir nas pesquisas e nos métodos, especialmente naqueles que não compreendem e não têm formação e para as quais necessitariam de analistas ad-hoc. Não colocaríamos nada em contrário a criar CEIS independentes ou privados, desde que eles não se intrometam na condução de ensaios clínicos farmacológicos ou de tecnologias de produtos industriais passando ao largo do SUS.
Tecnologia é assunto sério demais para ser deixado na mão do fabricante e do vendedor. Creio que ninguém do CEBES tem essa dúvida.
Heleno - 08Maio2015]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
Tento aqui uma comunicação explícita e conduzida por argumentos. A passionalidade diante de tanto descalabro no Congresso brasileiro desta legislatura 2014-2018 é quase inevitável pelo número mínimo de 360 golpistas-lobistas de empresas privadas que lá estão, destruindo direitos sociais, conquistas trabalhistas e projetos de futuro. Definitivamente lobistas fazem mal, muito mal. Também faz mal o trabalhador da saúde que não sabe que é lobista e atua como se fosse pensando usufruir das benesses do financiamento empresarial em suas pesquisas.<br />
Estudei o PLS200/2015 em toda sua extensão. Vejo-o como uma quase transcrição das normas pré-existentes em nível de Portarias e resoluções do CNS.<br />
A minha manifestação segue a da Grazielle, com concordância parcial e veto ao caráter privatista embutido como um jabuti subido no poste no artigo 3. Para ler o original tive de recorrer ao site do Senado em [ <a href="http://www.senado.leg.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=163827&#038;tp=1" rel="nofollow ugc">http://www.senado.leg.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=163827&#038;tp=1</a> ]<br />
==========================<br />
DEFENDO A ADESÃO DO CEBES ÀS MANIFESTAÇÕES DE OUTRAS ORGANIZAÇÕES EM CONTRÁRIO PELA PARCIALIDADE, PRIVATIZAÇÃO E TERCEIRIZAÇÃO pelos seguintes motivos:<br />
O Artigo 3 parágrafo 5 de fato permite a terceirização de permissões para Comitês de Ética Independentes (de instituições privadas ou fora do SUS) o que criará em laboratórios privados e clínicas subcontratadas uma instância fora do SUS e fora do controle social para este fim. Ensaio clínico deveria estar submetido ao SUS por questão de Constituição e de Leis. Está se criando um sistema paralelo a receber investimento. Será uma festa fazer ensaios clínicos muito bem remunerados em qualquer subúrbio do Brasil.<br />
Para defender ainda mais os interesses privados na Seção II, o artigo 7o inciso 3o parágrafo 5o insere uma barbaridade que é o DIREITO dos proponentes de pesquisa assistirem TODAS as discussões de seu projeto pessoalmente, criando uma instância de chantagem presencial, econômica e política, sobre os membros do CEP. Não trata de criar a possibilidade de solicitar uma audiência em caso de discordância ou veto OU em grau de recurso. Trata de simplesmente vazar as discussões de caráter ético de um CEP pela presença de lobistas e interessados, com DIREITO a voz. Estamos trocando um sistema autoritário anônimo e aberrante por um sistema vassalo dos proponentes mais fortes.<br />
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O principal defeito deste projeto é o que ele não faz: _ A Lei Brasileira DEVIA criar um órgão nacional de captação de projetos de ensaios clínicos para produtos e substâncias carentes de verificação de eficácia e efetividade que recebesse dinheiro e lançasse editais PÚBLICOS de livre concorrência a serem julgados e, posteriormente, financiados com verba do caixa depositado pelos interessados em caso de tecnologias de origem privada. As verbas publicas seriam destinadas a testar produtos não cobertos por patentes e interesses comerciais. Seria assim criado um sistema nacional de acreditação de tecnologias de equipamentos e produtos em saúde subordinado a diferentes níveis de complexidade e participação. Devíamos acabar com a possibilidade de o fabricante testar sozinho sua própria obra em humanos por ele escolhidos e pagos, ainda que seja chamado de ressarcimento.<br />
==========================<br />
Penso que não devemos ser levados nesta análise do PLS200/2015 pelas aparências e nossas (minhas) revoltas contra a inoperância do sistema brasileiro liderado pelo CONEP. Esse sistema hoje é ruim, subfinanciado, amador, capenga, autoritário, não auditado, não recorrível, não contestável, mal desenvolvido, e profundamente chato e incompetente. Na verdade tem infernizado as nossas vidas mas tem, por outro lado, protegido os brasileiros vulneráveis a ensaios clínicos falsos, mal conduzidos e mal projetados, que as companhias farmacêuticas faziam sem dar satisfação a ninguém. Não é por que nosso sistema não nos satisfaz que ele é ruim e deva ser PRIVATIZADO. O sistema é ruim por que não aprendemos a fazer direito e por que a nossa política de saúde, assim como o SUS não é prioridade de estado, de nenhum dos governos presentes ou passados.</p>
<p>Uma das confusões existentes hoje no sistema é fruto de tratar-se da mesma maneira, indevidamente, os ensaios clínicos e as pesquisas de caráter programático, processual, político, administrativo, sociológicas, antropológicas. Pede-se a uma pessoa que responderá uma lista de opiniões o mesmo tipo e a mesma fórmula de conhecimentos e concordância daquela solicitada aos que serão objeto de intervenção clínica.<br />
Para tratar-se de maneira correta os dois ou mais sistemas de pesquisa deveriam os CEPs serem capacitados a realizar rotinas diferentes daquelas de homologar papéis, carimbos, formulários e listas de checklists que nada tem que ver com pesquisas não clínicas. Deveriam ser capacitados a não pretender interferir nas pesquisas e nos métodos, especialmente naqueles que não compreendem e não têm formação e para as quais necessitariam de analistas ad-hoc. Não colocaríamos nada em contrário a criar CEIS independentes ou privados, desde que eles não se intrometam na condução de ensaios clínicos farmacológicos ou de tecnologias de produtos industriais passando ao largo do SUS.<br />
Tecnologia é assunto sério demais para ser deixado na mão do fabricante e do vendedor. Creio que ninguém do CEBES tem essa dúvida.<br />
Heleno &#8211; 08Maio2015</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Heleno Rodrigues Corrêa Filho		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-24978</link>

		<dc:creator><![CDATA[Heleno Rodrigues Corrêa Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2015 22:49:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como tem lobista nesse campo hem?! Uma coisa é ética, outra coisa é titica empresarial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tem lobista nesse campo hem?! Uma coisa é ética, outra coisa é titica empresarial.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anna Paula Más		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-24181</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anna Paula Más]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2015 11:44:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil... O país onde as regras para aprovação de pesquisa clínica são únicas. Como a jabuticaba!
Zilhões de passos onde só um único grupo, inconsistente em seus pareceres, uma única entidade nacional se julga a mais ética de todas.
Como diz um deputado que agora não me recordo o nome, o Brasil precisa mudar seus dogmas. Parar de ter o revisor, corregedor,auditor, juiz, etc para dar ok a pesquisadores de dar andamento às pesquisas, mas, sim, dar autonomia à vários comitês de ética... Dando a esses responsabilidade e regras para dar importância ao que de fato tenha importância num estudo clínico.
Que dê responsabilidade aos pesquisadores para, então, apenas punir os infratores. Processo engessado dá, sim, é abertura para os desvios e o &quot;jeitinho. Ou, como corriqueiramente, o Brasil fica de fora e, com isso, centena e milhares de pacientes perdem achando de ter acesso a algo que os poderia ajudar a ter uma melhor condição de vida ou até a sobreviver.
E não devia-se já punir uma sociedade inteira na revisão da revisão da revisão. Tornando o Brasil nada atrativo para a vinda de projetos com inovações que poderiam ser a salvação de tantos pacientes... Em doenças raras, HIV, oncologia, epilepsia, Alzheimer, etc...  Quando muitas vezes o que o paciente não tem é tempo para esperar... Pois muitas vezes a discussão é o detalhe da descrição de um exame, do armazenamento, da semântica... E isso seria realmente primordial para esses pacientes para justificar tantos atraso? Discutir trechos da lei, claro, discutamos.
Agora achar que um único grupo é o único capaz de julgar a ética?! É como termos um único juizado para julgar homicídios...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil&#8230; O país onde as regras para aprovação de pesquisa clínica são únicas. Como a jabuticaba!<br />
Zilhões de passos onde só um único grupo, inconsistente em seus pareceres, uma única entidade nacional se julga a mais ética de todas.<br />
Como diz um deputado que agora não me recordo o nome, o Brasil precisa mudar seus dogmas. Parar de ter o revisor, corregedor,auditor, juiz, etc para dar ok a pesquisadores de dar andamento às pesquisas, mas, sim, dar autonomia à vários comitês de ética&#8230; Dando a esses responsabilidade e regras para dar importância ao que de fato tenha importância num estudo clínico.<br />
Que dê responsabilidade aos pesquisadores para, então, apenas punir os infratores. Processo engessado dá, sim, é abertura para os desvios e o &#8220;jeitinho. Ou, como corriqueiramente, o Brasil fica de fora e, com isso, centena e milhares de pacientes perdem achando de ter acesso a algo que os poderia ajudar a ter uma melhor condição de vida ou até a sobreviver.<br />
E não devia-se já punir uma sociedade inteira na revisão da revisão da revisão. Tornando o Brasil nada atrativo para a vinda de projetos com inovações que poderiam ser a salvação de tantos pacientes&#8230; Em doenças raras, HIV, oncologia, epilepsia, Alzheimer, etc&#8230;  Quando muitas vezes o que o paciente não tem é tempo para esperar&#8230; Pois muitas vezes a discussão é o detalhe da descrição de um exame, do armazenamento, da semântica&#8230; E isso seria realmente primordial para esses pacientes para justificar tantos atraso? Discutir trechos da lei, claro, discutamos.<br />
Agora achar que um único grupo é o único capaz de julgar a ética?! É como termos um único juizado para julgar homicídios&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anna Paula Más		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-24180</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anna Paula Más]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2015 11:39:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil... O país onde as regras para aprovação de pesquisa clínica são únicas. Como a jabuticaba!
Zilhões de passos onde só um único grupo, inconsistente em seus pareceres, uma única entidade nacional se julga a mais ética de todas.
Como diz um deputado que agora não me recordo o nome, o Brasil precisa mudar seus dogmas. Parar de ter o revisor, corregedor,auditor, juiz, etc para dar ok a pesquisadores de dar andamento às pesquisas, mas, sim, dar autonomia à vários comitês de ética... Dando a esses responsabilidade e regras para dar importância ao que de fato tenha importância num estudo clínico.
Que dê responsabilidade aos pesquisadores para, então, apenas punir os infratores. Processo engessado dá, sim, é abertura para os desvios e o &quot;jeitinho. Ou simplesmente o Brasil é deixado de fora.
E não devia-se já punir uma sociedade inteira na revisão da revisão da revisão. Tornando o Brasil nada atrativo para a vinda de projetos com inovações que poderiam ser a salvação de tantos pacientes... Em doenças raras, HIV, oncologia, epilepsia, Alzheimer, etc... E ai quem perde??? O paciente, que não tem tempo para esperar 12-15 meses... O paciente que para ele não interessa o detalhe da descrição do exame e da armazenagem de amostras, por ex. Discutir trechos da lei, claro, discutamos. 
Agora achar que um único grupo é o único capaz de julgar a ética?! É como termos um único juizado para julgar homicídios...
Pensem nisso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil&#8230; O país onde as regras para aprovação de pesquisa clínica são únicas. Como a jabuticaba!<br />
Zilhões de passos onde só um único grupo, inconsistente em seus pareceres, uma única entidade nacional se julga a mais ética de todas.<br />
Como diz um deputado que agora não me recordo o nome, o Brasil precisa mudar seus dogmas. Parar de ter o revisor, corregedor,auditor, juiz, etc para dar ok a pesquisadores de dar andamento às pesquisas, mas, sim, dar autonomia à vários comitês de ética&#8230; Dando a esses responsabilidade e regras para dar importância ao que de fato tenha importância num estudo clínico.<br />
Que dê responsabilidade aos pesquisadores para, então, apenas punir os infratores. Processo engessado dá, sim, é abertura para os desvios e o &#8220;jeitinho. Ou simplesmente o Brasil é deixado de fora.<br />
E não devia-se já punir uma sociedade inteira na revisão da revisão da revisão. Tornando o Brasil nada atrativo para a vinda de projetos com inovações que poderiam ser a salvação de tantos pacientes&#8230; Em doenças raras, HIV, oncologia, epilepsia, Alzheimer, etc&#8230; E ai quem perde??? O paciente, que não tem tempo para esperar 12-15 meses&#8230; O paciente que para ele não interessa o detalhe da descrição do exame e da armazenagem de amostras, por ex. Discutir trechos da lei, claro, discutamos.<br />
Agora achar que um único grupo é o único capaz de julgar a ética?! É como termos um único juizado para julgar homicídios&#8230;<br />
Pensem nisso!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Charles Schmidt		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-24090</link>

		<dc:creator><![CDATA[Charles Schmidt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 15:34:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou a favor do Projeto de Lei  que tem bases legais sólidas e segue a declaração de Helsinque . A visão paternalista sobre o cuidar do participante de pesquisa clínica e a restrição de exercer sua autonomia constitucional reflete o momento ideológico que vive o país.  Ciência e ideologia não combinam
Quanto aos atrasos das aprovações de estudos pelo sistema CEP-CONEP-ANVISA há quase 19 anos, só temos a lamentar a falta desta capacitação, que se traduz por ser anti-ética também.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou a favor do Projeto de Lei  que tem bases legais sólidas e segue a declaração de Helsinque . A visão paternalista sobre o cuidar do participante de pesquisa clínica e a restrição de exercer sua autonomia constitucional reflete o momento ideológico que vive o país.  Ciência e ideologia não combinam<br />
Quanto aos atrasos das aprovações de estudos pelo sistema CEP-CONEP-ANVISA há quase 19 anos, só temos a lamentar a falta desta capacitação, que se traduz por ser anti-ética também.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Eduardo Motti		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-24082</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Motti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 14:18:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Era esperado que a apresentação do PL 200 fosse suscitar manifestações de setores mais retrógrados e autoritários de nossa sociedade. O SUS é um sistema que se pretende universal, mas isso não pode significar que todos os aspectos da saúde humana devem estar apensos ao SUS. Isso retira autonomia da população brasileira para procurar elevar seu nível de bem-estar. Confundir pesquisa com assistência médica é um estratagema que não se sustenta no Brasil ou em qualquer lugar do mundo civilizado. Colocar as questões éticas ligadas à pesquisa sob o órgão controlador do SUS (o Conselho Nacional de Saúde) foi o pecado original, gerado por laços circunstanciais de amizade entre pessoas e não por um debate com a sociedade. 

As questões éticas não podem ficar à mercê do governo de plantão, nem de grupelhos que aparelham os &quot;órgãos de controle social&quot;. A ética na pesquisa deve ser debatida de forma plural e por toda a sociedade, e as decisões devem ser feitas por quem está próximo ao sujeito da pesquisa, que conhece a realidade deste e não encastelado em Brasília.

O PL 200 não é perfeito, como toda a manifestação da sociedade, mas ele surge de um anseio muito mais amplo da sociedade, especialmente daqueles que têm doenças graves e fatais e que estão cada vez privados de provar de novos recursos terapêuticos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era esperado que a apresentação do PL 200 fosse suscitar manifestações de setores mais retrógrados e autoritários de nossa sociedade. O SUS é um sistema que se pretende universal, mas isso não pode significar que todos os aspectos da saúde humana devem estar apensos ao SUS. Isso retira autonomia da população brasileira para procurar elevar seu nível de bem-estar. Confundir pesquisa com assistência médica é um estratagema que não se sustenta no Brasil ou em qualquer lugar do mundo civilizado. Colocar as questões éticas ligadas à pesquisa sob o órgão controlador do SUS (o Conselho Nacional de Saúde) foi o pecado original, gerado por laços circunstanciais de amizade entre pessoas e não por um debate com a sociedade. </p>
<p>As questões éticas não podem ficar à mercê do governo de plantão, nem de grupelhos que aparelham os &#8220;órgãos de controle social&#8221;. A ética na pesquisa deve ser debatida de forma plural e por toda a sociedade, e as decisões devem ser feitas por quem está próximo ao sujeito da pesquisa, que conhece a realidade deste e não encastelado em Brasília.</p>
<p>O PL 200 não é perfeito, como toda a manifestação da sociedade, mas ele surge de um anseio muito mais amplo da sociedade, especialmente daqueles que têm doenças graves e fatais e que estão cada vez privados de provar de novos recursos terapêuticos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Cilene da Silva Gomes Ribeiro		</title>
		<link>https://cebes.org.br/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileira-o-controle-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/17268/#comment-23978</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cilene da Silva Gomes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:59:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cebes.org.br/?p=17268#comment-23978</guid>

					<description><![CDATA[VOTO pela NÃO APROVAÇÃO!
O projeto de lei anda na contramão da democracia, da sociedade e dos direitos humanos! 
A análise de riscos e o consentimento a pesquisa deve ser avaliada em todos os âmbitos da sociedade, respeitando assim todos os indivíduos, sejam eles participantes diretos ou indiretos de pesquisas clinicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VOTO pela NÃO APROVAÇÃO!<br />
O projeto de lei anda na contramão da democracia, da sociedade e dos direitos humanos!<br />
A análise de riscos e o consentimento a pesquisa deve ser avaliada em todos os âmbitos da sociedade, respeitando assim todos os indivíduos, sejam eles participantes diretos ou indiretos de pesquisas clinicas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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