Fundação vai ajudar a elaborar a Política Nacional de Saúde no Sistema Prisional

Somam 524 mil os reclusos no sistema prisional brasileiro, e apenas 31% têm acesso a serviços de saúde. O quadro foi traçado pelo secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda, e pelo diretor do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, Augusto Rossini, durante a abertura do Seminário de Lançamento do Grupo de Trabalho Interministerial de Saúde no Sistema Prisional, realizada na Fiocruz Brasília. O grupo tem por tarefa traçar os princípios e diretrizes que nortearão uma política nacional de saúde para o sistema penitenciário.

Fiocruz lança documento ‘Saúde na Rio+20’ e defende a inclusão do tema na conferência

Não existe desenvolvimento sustentável sem saúde. Esse é o debate que a Fiocruz quer levar à Rio + 20, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente que será realizada em junho, no Rio de Janeiro. A Fundação acaba de lançar o documento Saúde na Rio+20: desenvolvimento sustentável, ambiente e saúde e convoca a sociedade para oferecer suas contribuições. Lançado durante o Seminário de Mobilização da Fiocruz para a Rio + 20 (12/4), na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz), o documento articula a questão da saúde com os três principais temas de discussão da Rio+20: a economia verde, a sustentabilidade e a governança global. Com isso, a Fiocruz busca preencher uma importante lacuna na agenda oficial da Rio+20, já que o chamado Esboço Zero, a primeira versão do documento final O futuro que queremos, não faz nenhuma menção à saúde.

Belo Monte acentua as fragilidades de Altamira

Belo Monte avança, mas Altamira vive impasse

Há poucos meses Altamira era uma cidade de 100 mil habitantes entre o rio Xingu e a Transamazônica, com apenas um semáforo, 17 mil carros e um monte de problemas. Em menos de um ano ganhou faróis inteligentes, guardas de trânsito e até um helicóptero – e um tráfego caótico de 30 mil veículos, 45 mil novos moradores e outro monte de problemas. O marco divisório foi a decisão de instalar na região a terceira maior hidrelétrica do mundo, Belo Monte
Há poucos meses, Altamira era uma cidade de 100 mil habitantes entre o rio Xingu e a Transamazônica, com apenas um semáforo, 17 mil carros e um monte de problemas. Em menos de um ano, ganhou faróis inteligentes, guardas de trânsito e até um helicóptero, mas no pacote também vieram o tráfego caótico de 30 mil veículos, 45 mil novos moradores e outro monte de problemas.

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