CNS lança Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde durante 231ª R.O

Equipe de Comunicação do CNS – 14/03/2012
A secretária executiva do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Rozângela Camapum, realizou o lançamento oficial do Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde (SIACS) na manhã desta quarta-feira (14), durante a 231º Reunião Ordinária, em Brasília (DF). A nova ferramenta de cadastro pretende atualizar os dados dos 5.565 colegiados municipais, dos 26 estaduais e do Distrito Federal com o objetivo de mapear o controle social da saúde no Brasil, a partir do levantamento de informações relacionadas à atual composição dos conselhos, cumprimento de paridade, entre outros aspectos.

O primeiro cadastro foi criado em 2005 após uma deliberação da 12ª Conferência Nacional de Saúde, que solicitava um mecanismo capaz de concentrar as informações dos conselhos. No entanto, de acordo com a secretária executiva do CNS, os dados mais recentes são de 2008, o que tem dificultado o acompanhamento das mudanças sofridas pelos colegiados como novas entidades participantes, alterações na presidência e secretaria executiva.

Você sofreu algum tipo de violência no parto?

Recentemente, as imagens da jovem presidiária, algemada pelo braço e perna no leito de hospital 12 horas após cesariana, chocaram. E mais. Tornaram pública uma prática repugnante, covarde, imoral, até então vigente em todo o sistema carcerário paulista.
Infelizmente, as gestantes brasileiras estão muito mais à à mercê de violência do que se possa imaginar.
Em 2011, pesquisa de opinião da Fundação Perseu Abramo e SESC, coordenada pelo professor Gustavo Venturi Jr, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, revelou um dado estarrecedor: uma em cada quatro brasileiras que deram a luz em hospitais públicos ou privados relatam algum tipo de agressão durante o parto.

Contra a sede do mundo

Fórum mundial começa na França em busca de uma solução para a escassez de água. Demanda por recursos hídricos deve crescer 50% até 2050, aponta estudo
Como matar a sede de mais de 7 bilhões de pessoas, promover o uso consciente da água na agricultura e na indústria e ainda melhorar a proteção ambiental? Encontrar soluções concretas para esses desafios é o principal objetivo do 6º Fórum Mundial da Água, que iniciou ontem e segue até sábado em Marselha, na França. Aproximadamente 20 mil participantes de 140 países participarão do evento, cujas edições são realizadas a cada três anos. O Brasil, detentor de 13,7% da água doce do mundo, deverá ser um dos protagonistas do evento, que fará uma prévia de algumas das questões que serão tratadas em junho, durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Não dá mais pra ignorar agressão no parto!

A Lei 10.778 de 24/11/2003 orienta que se notifique compulsoriamente, em todo o território nacional, casos deviolência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicos e privados. Ou seja: o profissional da saúde que atender uma mulher com sinais de violência é obrigado a notificar. Juntamente com essa lei, temos a Lei Maria da Penha, que contempla a violência doméstica e familiar contra a mulher.

É preciso correr, adverte a ciência

Deveria ser leitura obrigatória para todos os governantes, de todos os níveis, todos os lugares, o documento de 22 páginas entregue no último dia 20 de fevereiro, em Nairóbi, no Quênia, aos ministros reunidos pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, escrito e assinado por 20 dos mais destacados cientistas que já receberam o Prêmio Blue Planet, também chamado de Prêmio Nobel do Meio Ambiente. Entre eles estão a ex-primeira-ministra norueguesa Gro Brundtland, coordenadora do primeiro relatório da ONU sobre desenvolvimento sustentável; James Lovelock, autor da “Teoria Gaia”; o professor José Goldemberg, ex-ministro brasileiro do Meio Ambiente; sir Nicholas Stern, ex-economista-chefe do Banco Mundial, consultor do governo britânico sobre clima; James Hansen, do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (Nasa); Bob Watson, conselheiro do governo britânico; Paul Ehrlich, da Universidade Stanford; Julia Marton-Lefèvre, da União Internacional para a Conservação da Natureza; Will Turner, da Conservação Internacional – e vários outros.

Kelli Mafort: É preciso unificar a luta da mulher do campo e a urbana

Há tempos que as mulheres brasileiras não seguem o exemplo das “Mulheres de Atenas”, de Chico Buarque. “… Quando fustigadas não choram, se ajoelham, pedem imploram mais duras penas; cadenas…”.Em vez disso, hoje as mulheres lutam, juntam forças, fazem exigências e protestos.
Mesmo com todos os problemas que ainda persistem em relação às questões de gênero em nossa sociedade, as mulheres têm se mostrado fortes e desafiadoras ao se colocarem na linha de frete de muitas lutas e, assim, dão passos largos para transformações históricas na sociedade.

Eleonora Menicucci: “Lei Maria da Penha mudou a mentalidade do povo brasileiro”

do Blog do Planalto
A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, afirmou hoje (8), em entrevista ao programa de rádio Bom Dia Ministro, que a Lei Maria da Penha mudou a mentalidade do povo brasileiro.
“A Lei Maria da Penha mudou a mentalidade do povo brasileiro. Antes da lei, não se falava que bater em mulher era crime, porque a punição para o agressor era comprar cesta básica e distribuir para uma comunidade. Agora, não. A Lei Maria da Penha tem a punição para o agressor”, disse a ministra.

Faça sua doação

Ajudar o Cebes, significa que você apoia a luta, fortalece a instituição e integra esse coletivo de luta por uma saúde que seja pública universal e gratuita com um Sistema Único de Saúde (SUS) para todos!

Doar