Calmantes lideram venda de remédios controlados no Brasil

Um boletim técnico elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quantificou pela primeira vez em detalhes o consumo de drogas vendidas com receita controlada que podem causar dependência.
A informação é de Johanna Nublat, em reportagem publicada na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha)
Os ansiolíticos dominam a lista, que inclui todos os remédios de venda controlada, como emagrecedores, antidepressivos e anabolizantes.

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) articula parcerias e promove expedições para a prevenção de doenças da pobreza

Pesquisadores que deixavam de seus laboratórios para desbravar os cantões do Brasil, mapeando e descobrindo doenças: este era o perfil dos cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) que, no início do século 20, participaram das famosas expedições científicas para descrever o quadro da saúde no interior do país. Hoje,o desafio é diferente. A perspectiva é de agir sobre o cenário atual da saúde, que é diferente em cada região, e que associa seus determinantes biológicos aos determinantes sociais da saúde, como renda, educação, habitação, saneamento e outros. A proposta do projeto Ciência, Educação e Cultura para a Saúde e a Superação da Pobreza assume justamente este objetivo. A primeira parada, em caráter piloto, está prestes a acontecer no município de Paudalho, no interior de Pernambuco.

Bioética: inscrições abertas para curso a distância

Com mais de mil vagas disponíveis, o curso de Bioética Aplicada às Pesquisas Envolvendo Seres Humanos, na modalidade a distância, dá início a sua primeira turma. Essa formação visa introduzir os participantes na área possibilitando o conhecimento do funcionamento do sistema de pesquisa científica e sua regulamentação (regulação, funcionamento e diferentes papéis), assim como o reconhecimento das questões éticas relevantes da prática da pesquisa científica.

Poliomielite terá também vacina injetável

Mas gotinha vai continuar. Calendário de vacinação inclui outras novidades, anunciadas ontem pela Saúde
BRASÍLIA. O Ministério da Saúde anunciou ontem a inclusão de uma vacina injetável no combate à poliomielite. É a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). A partir deste ano, além da vacina oral – a das gotinhas -, a Campanha Nacional de Imunização contará com mais essa modalidade. Mas a injetável só será aplicada em bebês no início do calendário de vacinação, com idades entre dois e quatro meses. As gotinhas – a Vacina Oral Poliomielite (VOP) – continuarão nos reforços, para crianças com seis e 15 meses.

Parem as mortes, não o financiamento

Por Unni Karunakara
Quando o Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária anunciou que iria cancelar sua nova rodada de financiamentos devido à escassez de recursos, eu senti como se tivessem dado um soco na minha cara – e na de milhares de profissionais de saúde de Médicos Sem Fronteiras (MSF).
A notícia de que os países doadores deixaram de lado seu compromisso com o Fundo Global veio no pior momento possível, após anos de trabalho duro e dos recentes avanços científicos, que trouxeram a esperança de frear essas três doenças, responsáveis pela morte de milhões de pessoas todos os anos.

Em 2009, atividades de saúde respondiam por 4,5% dos postos de trabalho no país

As atividades de saúde responderam, em 2009, por 4,3 milhões de postos de trabalho no país, volume que representava, naquele ano, 4,5% do total de ocupações no mercado brasileiro. Em relação a 2007, quando os postos do setor correspondiam a 4,4% do total, houve a criação de 115 mil novas vagas, quase todas em 2008, antes que o Brasil sentisse os efeitos da crise econômica internacional. Ao todo, em 2009, havia no país 96,6 milhões de postos de trabalho.
De acordo com a pesquisa Contas Satélite de Saúde, divulgada nesta quarta-feira (18/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a saúde pública é a atividade que concentra o maior número de ocupações no setor: 1,4 milhão (32,5%); seguida por outras atividades relacionadas com atenção à saúde (27,1%); e comércio de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e odontológicos (18%).

Consumo de bens e serviços de saúde chega a 8,8% do PI

As despesas com consumo final de bens e serviços de saúde no Brasil atingiram R$ 283,6 bilhões em 2009. Este valor (gasto por famílias, governo e instituições sem fins lucrativos) correspondeu a 8,8% do PIB nesse ano. O consumo de serviços de saúde, como o atendimento hospitalar e as consultas médicas, entre outros, mobilizou 5,6% do PIB e as despesas com consumo final de medicamentos, 1,9%.
As despesas públicas per capita com consumo de bens e serviços de saúde foram de R$ 645,27 em 2009. Já as despesas per capita privadas foram de R$ 835,65 nesse ano.

Oposição vai tentar derrubar vetos de Dilma

O líder do DEM na Câmara, deputado ACM Neto, afirmou ontem que a oposição pretende pressionar o Congresso a derrubar os vetos de Dilma Rousseff ao projeto que regulamentou os gastos com saúde, a Emenda 29. O principal é sobre uma cláusula que previa investimentos adicionais da União caso o PIB fosse revisado para cima.

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