Descriminalização e legalização do aborto
A Campanha 28 de Setembro marca nesta quarta-feira o Dia pela Despenalização e Legalização do Aborto na América Latina e Caribe.
A campanha é impulsionada pela Coordenação Regional sediada na República Dominicana e apoiada pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe – RSMLAC e Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos que estão divulgando a edição 2011 do Chamado à Ação, documento que estimula uma reflexão sobre as questões do aborto inseguro, sua clandestinidade e as consequências na saúde das mulheres. O documento traz um conjunto informações de avanços, ameaças e retrocessos quanto ao direito à interrupção voluntária da gravidez na região, mostrando que os Estados na maioria dos casos não vêm assumindo o compromisso de garantir a possibilidade das mulheres exercerem sua sexualidade e reprodução com autonomia.
Seminário latino-americano debate alternativas para enfrentar a crise
No período de 5 a 7 de outubro, a Auditoria Cidadã da Dívida e o Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo (CADTM) realizam diversos eventos do III Seminário Internacional Latino-americano “Alternativas de Enfrentamento à Crise”. dia 5/10, às 9h, no Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília, começa o seminário e as inscrições podem ser feitas no endereço seminarioauditoriacidada@yahoo.com.br, sem ônus. A presidenta do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Ana Costa, participará do Seminário.
O Ministério da Saúde lançou o Blog da Saúde
Nova ferramenta tem o objetivo de mobilizar a sociedade para assuntos de saúde e estreitar relação com comunidade virtual
Discurso da Presidente Dilma na ONU
A presidente, Dilma Rousseff, fez história ao ser a primeira mulher a inaugurar os debates na Assembleia Geral da ONU.
“Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia”, declarou Dilma.
A presidente foi aplaudida por 15 segundos. Dilma lembrou que há 205 milhões de desempregados no mundo e afirmou que se todos os países sofrem as consequências da atual crise econômica, todos têm o direito de participar da solução. Confira o discurso na íntegra.
Exclusão e silêncio
Há uma ameaça pairando sobre nós: a volta dos manicômios. Há quem defenda que a solução para a vida dos portadores de sofrimento mental é o seu internamento, se possível por tempo indeterminado, em hospitais psiquiátricos, os manicômios.
Como o nome “manicômio” não fica bem, dão outro nome qualquer, mais elegante, mais comunitário, que rima com solidariedade ou aconchego. Mas, para eles, não importa o nome, o que importa mesmo é o internamento pelo maior tempo possível.
Nos manicômios, os usuários (vítimas) das drogas estão longe dos olhares e dos ouvidos da sociedade. Não são vistos, e seus gritos de socorro não são ouvidos. É a exclusão e o silêncio, sem o incômodo. Longe das ruas, não existem para a sociedade. Existem só para a pobre e sofredora família, e para o empresário que vai receber do SUS.
