Manifesto pela Soberania Nacional
Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) subscreve o manifesto “A soberania do Brasil não se negocia”
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Sanções a Mozart Sales e Alberto Kleiman são uma escalada na agressão do governo Trump
Leia, na íntegra, declaração política aprovada na oficina “Desprivatização dos Sistemas de Saúde da América Latina”, durante o pré-Congresso da Alames
No próximo dia 15 de novembro nós brasileiros vamos eleger prefeitas e prefeitos, vereadores e vereadoras que vão dirigir nossos municípios pelos próximos 4 anos. É um momento único para defendermos o bem maior de todos, que é o direito à saúde e a uma vida digna. O Brasil enfrenta sérios problemas. Temos o maior desemprego da história. Quem está empregado está ganhando menos e trabalhando mais. E muitos de nós trabalha na informalidade, sem direito à aposentadoria, férias ou 13º salário. Fora isso, cresce todo dia o preço da comida, do gás e dos remédios. E o pior, voltamos a ter fome no nosso país. Isso não é resultado da falta de dinheiro, como ficam nos dizendo todo dia, mas dos erros do governo, das reformas da previdência e da trabalhista, que retiraram direitos e não criaram nenhum emprego.
Políticas sociais e austeridade fiscal, é um documento que busca contribuir e interferir no debate que se trava atualmente no Brasil sobre as políticas sociais e os desafios em termos de sua sustentabilidade e sobrevivência, tendo em vista as tendências atuais dos Welfare State/Estado de bem-estar social (Ebes), no mundo e no Brasil, de enfrentamento do déficit público decorrente da crise econômica por meio da diminuição das políticas sociais tanto pelo corte dos gastos como de seu escopo e abrangência.
O direito universal à saúde é uma bandeira de luta do movimento social brasileiro desde os anos 1970. O próprio Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES) nasceu de lutas como essa, em julho de 1976 (RODRIGUES; 1997, p. 65; SOPHIA, 2013, p. 1404).