Revista Saúde em Debate

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A revista Saúde em Debate foi criada em 1976, no mesmo ano da fundação do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). Desde então, tem sido importante veículo de difusão dos temas articulados ao direito universal à saúde e da reforma sanitária, especialmente promovendo o pensamento crítico necessário às práticas políticas.

O periódico compõe o conjunto das publicações do Cebes e é distribuído a todos os associados da entidade, que incluem instituições e indivíduos do campo da saúde, além de ser mais uma contribuição da entidade à disseminação de debates sobre temas relevantes, sendo uma das revistas mais citadas em graduações e pós-graduações da área. Por tudo isso, pode-se dizer que a RSD construiu reputação ilibada e conquistou a confiança dos leitores.

Atualmente, o periódico tem como editora científica a diretora de política editorial do Cebes, Maria Lucia Frizon Rizzotto (Unioeste/PR) e está indexado na base de dados Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), com classificação Qualis Nacional B, conquistada por periódicos de reconhecida qualidade de seus conteúdos.

Desde dezembro de 2012, a revista está também na base SciELO Brasil (ScientificElectronic Library Online), que abrange uma coleção seleta de periódicos científicos.

O Cebes convida a todos para a submissão de artigos. Para publicar na revista Saúde em Debate , é importante saber que são aceitos trabalhos inéditos, em português, inglês e espanhol, sob a forma de artigos originais, artigos de opinião, artigos de revisão ou de atualização, relatos de casos e resenhas de livros de interesse acadêmico, político e social. A publicação dos trabalhos está condicionada a pareceres de um conselho editorial ad-hoc. Os artigos devem ser submetidos para avaliação exclusivamente on-line, e de forma totalmente gratuita, através do site: www.saudeemdebate.org.br.

Veja a coleção completa das edições da revista
Saúde em Debate clicando aqui.

 

Seguem abaixo as edições mais recentes da revista Saúde em Debate

Saúde em Debate v. 45, n. 128

Saúde em Debate v. 45, n. 128

O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), com a publicação desta revista ‘Saúde em Debate’, insere-se na luta por democratizar o acesso à defesa da vida e da saúde neste ambiente de conflito. Tem lutado para inserir a Covid-19 como doença principalmente de transmissão e letalidade ocupacional em que o adoecimento de idosos, crianças e adolescentes é fator colateral. Os recursos para estudar, pesquisar e publicar são escassos e significam, muitas vezes, o limite da sobrevivência para o próprio Cebes, para a população pobre trabalhadora, para os migrantes e para as periferias de um país que reluta em ser lançado ao cemitério e à guerra civil pelos seus próprios governantes.

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Saúde em Debate v.44 nº 127

Saúde em Debate v.44 nº 127

ESTE EDITORIAL, QUE ENCERRA AS NOSSAS ATIVIDADES DE 2020, não poderia ter outro tom que não fosse de tristeza e indignação. Aproximamo-nos de 200 mil mortes decorrentes da Covid-19, com franca elevação do número de casos e óbitos desde outubro e dramática previsão de aumento para os primeiros meses do ano vindouro em virtude das aglomerações de final de ano. O povo brasileiro segue entregue ao vírus sem que medidas adequadas e oportunas por parte do governo federal sejam adotadas para salvar vidas. O editorial da revista ‘The Lancet’, de maio de 2020, alertou sobre os riscos sanitários para o País decorrentes da má condução da crise atribuída ao governo federal deixando que o vírus circulasse livremente e ganhasse o território nacional. Esse editorial, intitulado ‘So What?’, repete uma frase do presidente, que, quando interpelado sobre as mortes e a pandemia, respondeu, chocando o mundo: E daí?

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Saúde em Debate v. 44 n. Especial 4 – Covid-19: conhecer para enfrentar os desafios futuros

Saúde em Debate v. 44 n. Especial 4 – Covid-19: conhecer para enfrentar os desafios futuros

DESDE 25 DE FEVEREIRO, QUANDO FOI CONFIRMADO NO BRASIL o primeiro caso de Covid-19, acumulamos, lamentavelmente, 175 mil mortos, e mais de 6,5 milhões de infectados até a primeira semana de dezembro de 2020. Declarada pela Organização Mundial da Saúde como pandemia em 11 de março, a doença se move dos bairros mais ricos para as periferias; e dos grandes centros urbanos para as cidades do interior, alastrando-se pelo País ao longo desses meses, desenhando uma curva alargada na qual se destacam os níveis mais elevados de incidência, taxa de transmissão e óbitos nos meses de junho, julho e agosto. Sem o controle da doença e ainda com significativa taxa de transmissão, a Covid-19 volta a crescer no País, agora, tendo como epicentro todo o território nacional.

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Saúde em Debate v. 44 n. Especial 3 – Retratos da Reforma Psiquiátrica Brasileira

Saúde em Debate v. 44 n. Especial 3 – Retratos da Reforma Psiquiátrica Brasileira

O fortalecimento do SUS para lidar com os impactos da pandemia de Covid-19 na saúde mental da população pode buscar, nos caminhos percorridos pela Reforma Psiquiátrica Brasileira – e aqui retratados –, boas direções para o cuidado de base comunitária e territorial, promotor de direitos e sensível às necessidades da população.

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Saúde em Debate v.44 nº 126

Saúde em Debate v.44 nº 126

A PANDEMIA DA COVID-19 ESTREMECEU ESTRUTURAS evidenciando desafios civilizatórios de grande magnitude. As várias dimensões disruptivas de uma crise sanitária, econômica, social, cultural, ambiental, ética e política sem precedentes expuseram o fracasso do projeto ultraneoliberal com sua agenda de aprofundamento das desigualdades, retirada de direitos, destruição do Estado com impactos profundas sobre a vida em suas diversas manifestações. Nesse contexto, o Brasil vive a pandemia em um espetáculo de soberba e abandono, por parte do governo federal, de suas responsabilidades. No lugar de unir o País para enfrentar, à altura, a inédita situação de crise sanitária, o governo optou pelo acirramento de conflitos entre os entes federados, entre segmentos da sociedade, enfatizando um discurso de discórdia e negacionismo. A estratégia de comunicação contribuiu, assim, para disseminar confusão e impedir a tomada de decisões de proteção da vida e da saúde da população.

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Saúde em Debate v. 44 n. Especial 2 – Desenvolvimento, desastres e emergências em saúde pública

Saúde em Debate v. 44 n. Especial 2 – Desenvolvimento, desastres e emergências em saúde pública

EM ABRIL DE 2019, COMPLETANDO TRÊS MESES APÓS O DESASTRE provocado pela Vale, que atingiu Brumadinho com centenas de óbitos e afetou dezenas de outros municípios com a lama de rejeitos e seus contaminantes ao longo do Rio Paraopeba, começamos a preparar este número especial da revista ‘Saúde em Debate’, tendo como tema: Desenvolvimento, Desastres e Emergências em Saúde Pública. Nosso objetivo inicial foi combinar em um mesmo número a pesquisa acadêmica e o debate público sobre diferentes tipos de desastres e as emergências em saúde, incluindo a emergência climática. Embora interconectados, esses eventos e processos costumam ser abordados de modo distintos, por diferentes tradições científicas e organizações da sociedade. Ao mesmo tempo, ainda que constituam expressões dos processos de desenvolvimento social e econômico, nos níveis global, nacional, regional e local, são muitas vezes tratados como se fossem somente o resultado das falhas tecnológicas ou de eventos e processos da natureza.

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