A morte do Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento Duvanier Paiva, ocorrida no mês de janeiro, depois de sofrer um infarto e não ser atendido em dois hospitais privados de Brasília, provocou um sentimento de desamparo em todos nós. Fomos expostos à frágil realidade de nosso sistema de saúde em nos proteger de uma morte súbita e precoce.
Entidades e movimentos sociais se reuniram em Brasília na última quarta-feira, 01/02, para discutirem a política nacional de drogas e reafirmarem a luta pela política antimanicomial e pela reforma psiquiátrica brasileira. O Cebes esteve presente, com dois representantes, no evento organizado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).
São Paulo – O grande equívoco da ação policial do governo do Estado de São Paulo e da prefeitura da capital na chamada Cracolândia, o perímetro onde se aglomeram moradores de rua e dependentes de crack na cidade, definiu, de cara, o fracasso da operação: o poder público partiu do princípio de que a droga colocou aqueles usuários em situação de miséria, quando na verdade foi a miséria que os levou à droga.
Conceição Lemos entrevista Fausto Pereira dos Santos , que é assessor especial do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Médico sanitarista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em Saúde Coletiva pela Unicamp, ele é ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Em 26 de dezembro de 2011, a presidenta Dilma Rousseff editou a Medida Provisória 557, que institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna. Assinam-na também os ministros Alexandre Padilha (Saúde), Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento).
Cresce entre feministas históricas e grupos que atuam em defesa da atenção integral à saúde da mulher, dos seus direitos sexuais e direitos reprodutivos o movimento contra a Medida Provisória 557, que institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna. Assinam-na a presidenta Dilma Rousseff e os ministro Alexandre Padilha (Saúde), Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento).
“Já imaginou se, via MP, se tentasse tornar compulsório o teste de HIV e a soropositividade tivesse de ser declarada? Ou, para não irmos tão longe, o teste de sífilis, já que aids, embora seja doença crônica, ainda pode ser fatal? Ia haver uma grita geral, não é? Mas como se trata das mulheres e da maternidade toda invasão de privacidade é permitida.”
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