Presidência da Fiocruz parabeniza mobilizações e participações na Rio+20

A Presidência da Fiocruz agradece e parabeniza a toda a comunidade pela mobilização e participação na conferência Rio+20 – atuação que teve início bem antes da abertura oficial do evento. Durante meses a instituição organizou encontros e promoveu debates que tiveram por finalidade engajar a Fundação e contribuir para minorar um problema: a ausência do tema saúde na discussão principal. A atuação destacada da Fiocruz e a articulação com parceiros como a Opas, o Ministério da Saúde, a Abrasco e o Cebes, entre outros, permitiu dar à saúde uma visibilidade e uma importância que estavam imerecidamente fora do eixo oficial dos debates.
Buscando preencher a lacuna que existia no chamado Esboço Zero, que era uma primeira proposta para o documento oficial a ser endossado pelos chefes de Estado presentes à Rio+20, a Fiocruz elaborou o documento Saúde, ambiente e desenvolvimento sustentável, que ficou em consulta pública e aceitou contribuições diversas. Mais uma vez, a Fundação levou ao debate público as suas propostas e ideias e ainda as críticas ao modelo de desenvolvimento atual, que é insustentável e pôe em risco a atual e as futuras gerações.

“Estamos diante de uma guerra não convencional”

Em uma entrevista especial concedida à Carta Maior e aos jornais Página/12, da Argentina, e La Jornada, do México, o presidente do Equador, Rafael Correa analisa o que considera ser um dos principais problemas do mundo hoje: o poder das grandes corporações de mídia que agem como um verdadeiro partido político contra governos que não rezam pela sua cartilha. “Essa é a luta, não há luta maior. Estamos diante de uma guerra não convencional, mas guerra, de conspiração, desestabilização e desgaste”.

O Parto e a Privatização em saúde

Tive a oportunidade e a honra de participar, neste domingo (17/06), da edição de Campinas da Marcha do Parto em Casa, movimento surgido nas redes sociais durante essa última semana e que teve mobilizações em várias cidades do Brasil ontem e hoje.
O movimento surgiu a partir da notícia de que o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ) denunciaria o médico obstetra e professor da UNIFESP, Jorge Kuhn, pelo fato do mesmo ter defendido, em reportagem do programa Fantástico da TV Globo, no último domingo, a possibilidade dos partos serem realizados em ambiente domiciliar, assistido por equipe multiprofissional, em condições clínicas de baixo risco na gestação.

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