Drogas: saúde, lei e sociedade
Confira o discurso do assessor do Ministério da Saúde na área de Saúde Mental, Aldo Zaiden, no 1º Congresso Internacional sobre Drogas – Saúde, Lei e Sociedade, realizado em maio de 2013.
Confira o discurso do assessor do Ministério da Saúde na área de Saúde Mental, Aldo Zaiden, no 1º Congresso Internacional sobre Drogas – Saúde, Lei e Sociedade, realizado em maio de 2013.
Dentre os resultados, destacam-se a visão da saúde como fator de desenvolvimento econômico e social, e a noção de enfoque integrado como principal argumento para a incorporação da saúde no novo marco de desenvolvimento regional, além da centralidade das categorias de equidade e produtividade nas referidas propostas.
Em 2010, o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) realizou um seminário e publicou um livro* para debater e analisar os impasses da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), impregnado, nos últimos anos, de propostas e alternativas nem sempre comprometidas com os interesses públicos, em especial com os usuários do sistema.
O objetivo deste texto é realizar uma análise deste modelo de participação popular e controle social no SUS, bem como favorecer reflexões aos atores envolvidos neste cenário, através de uma pesquisa narrativa baseada em publicações relevantes produzidas no Brasil nos últimos 11 anos.
No ano de 2013, completam-se 25 anos do direito à saúde, conquistados pela sociedade brasileira e consagrados pela Constituição Brasileira que, para isso, criou o Sistema Único de Saúde. Ao longo desses anos, podem ser contabilizados muitos avanços, destacando a notável ampliação da cobertura da atenção primária com impacto real sobre alguns indicadores epidemiológicos.
A publicação da 97ª edição da Revista Saúde em Debate é marcada por fatos importantes. Entre eles, os 25 anos do Sistema Único de Saúde (SUS) e o ingresso do periódico no projeto SciELO (Scientific Eletronic Library Online), o que dará aos artigos publicados um alcance incomparavelmente maior.
A internação compulsória de dependentes químicos é assunto polêmico que vem sendo debatido entre profissionais da área de saúde, sociedade civil e gestores públicos. É importante esclarecer a diferença entre internação compulsória e internação involuntária. A primeira é uma medida judicial, já a involuntária é um ato médico que incide sobre um paciente em um momento crítico e se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de outra pessoa.
No início de 2013, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou uma política de internação compulsória de usuários de crack que provocou diversas reações e pouco consenso em todo o Brasil – anunciando aí a necessidade de aprofundamento do debate sobre a questão.