Assista e comente o debate “Os Rumos do PAC da Saúde”
O programa “Sala de Convidados” do Canal Saúde (ENSP/Fiocruz) promoveu o debate “Os Rumos do PAC da Saúde” com a participação do ministro da Saúde, José Gomes Temporão; da presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Sônia Fleury; do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Helvécio Miranda, representando o Conselho Nacional de Saúde; e do presidente da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), Wander Geraldo da SIlva.
Lançado em Brasília novo manifesto “Em Defesa da Saúde da População Brasileira”
As entidades abaixo assinadas, reunidas em Brasília no dia 30 de janeiro de 2008, reafirmam sua articulação em defesa do SUS e Seguridade Social.
Defendem a continuidade de luta por um financiamento definido, definitivo e suficiente que deverá ser assegurada pela votação imediata no Congresso Nacional da regulamentação da EC-29.
O preço da responsabilidade sobre a saúde das mulheres
A Prefeitura do Recife, por intermédio da Secretaria de Saúde, teve a coragem de incluir a prescrição e oferta da pílula do dia seguinte entre as ações de proteção à saúde das pessoas programadas para o período carnavalesco, sabidamente a maior festa popular associada às brincadeiras, aos encontros e, freqüentemente, a pratica sexual. E a Santa Madre Igreja, mais uma vez, reagiu.
Entrevista: O lobby da bebida faz governo recuar, analisa Mário Scheffer, diretor do Cebes
O governo federal editou a Medida Provisória (MP) nº 415, que entra em vigor a partir do próximo dia 1º de fevereiro, e que proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas nas rodovias federais brasileiras. Embora a medida seja considerada de vital importância no rol das políticas públicas para controle do álcool, entidades da sociedade civil criticaram o fato de ter “desaparecido” da MP a restrição do horário de propaganda de cerveja e outras bebidas, conforme era a expectativa.
O cenário após a queda da CPMF
A ausência de preocupação com as condições de governabilidade e governança geradas na construção do SUS teve, até agora, efeitos deletérios sobre essa engenharia política setorial, criando condições para uma radicalização infrutífera do Conselho Nacional de Saúde e a mencionada pulverização em relação às propostas de financiamento setorial.
