Aids ainda é principal causa de morte e de perda do PIB no continente africano

Segundo um novo relatório do Banco Mundial divulgado no dia 14 de maio, será preciso que os países africanos continuem promovendo esforços de prevenção contra o HIV, a fim de parar e reverter a taxa de novas infecções por este vírus; e o HIV/aids continuará sendo, no futuro previsível, um desafio econômico, social e humano na África subsariana. A região ainda é o epicentro mundial desta doença.

Meta de inflação prejudica países pobres

No artigo Traçar Metas de Inflação para a África Subsaariana: Por que fazer agora? Por que fazer?, o economista Terry McKinley conclui que estabelecer metas de inflação pode ser uma política extremamente danosa a países pobres, especialmente no momento atual, em que a economia mundial “flutua à beira de uma desaceleração”.

Uma viagem de esperança pela África

Os consumidores estão reclamando até nos países ricos da Europa e nos Estados Unidos. Mas imagine a situação dos que vivem com menos de US$1 por dia – o “bilhão inferior,” os mais pobres entre os pobres do mundo. A maioria vive na África, e muitos gastam dois terços da renda com alimentos.

Violência como um problema de saúde pública: da teoria à prática

O título acima é o da mesa-redonda em que participei no Seminário Nacional do CONASS, Violência uma epidemia silenciosa, ocorrido nos dias 29 e 30 de abril de 2008 em Porto Alegre, representando o Cebes. Para abordar o tema proposto torna-se necessário previamente posicionar-se sobre o conceito de violência e suas causas.

Documento do INESC aponta danos do projeto de reforma tributária para políticas públicas

Levantamento apresentado hoje (15/5) pelo IPEA sobre a injustiça tributária no Brasil, a pedido do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), mostra a fragilidade do Estado brasileiro para o financiamento de suas obrigações, como saúde, educação, segurança, justiça. Os dados consolidados de 2005 apontam que o Estado só fica com 12% de tudo o que arrecada, ou seja, um terço dos 34% da carga bruta de impostos.

Especialistas discutem inclusão social e impactos sobre as políticas públicas

Segundo o estudo, entre as principais causas da ascensão social estão a expansão do crédito ao consumidor; a queda dos preços dos bens de consumo duráveis; a redução do desemprego e o aumento da renda média. Neste caso, os programas sociais do governo têm ajudado a aumentar a renda da base da pirâmide social.

De acordo com a pesquisa, a maior parte do contingente de 20 milhões de pessoas que passou para a classe C vem da base da pirâmide populacional – as classes D e E, em torno de 12 milhões. As camadas A/B, que perderam poder aquisitivo, somaram 4,7 milhões pessoas à classe C e o restante advém do crescimento populacional.

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