No último dia 13, o Conselho Nacional de Saúde, em decisão histórica e inédita, elegeu, pela primeira vez, um representante dos usuários para a presidência. No caso, uma usuária. Maria do Socorro de Souza, mulher, negra, assessora de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura e representante desta entidade no CNS, será a presidente do maior órgão de controle social do Sistema Único de Saúde pelos próximos 3 anos.
A revista Lancet acaba de publicar o relatório mundial sobre Carga Global de Doenças 2010. Nele, ao lado de vários dados e estatísticas relativos ao Brasil, chama a atenção o destaque dado ao problema do alcoolismo em nosso país. No relatório, o alcoolismo é destacado como o principal fator de risco de saúde no Brasil.
Ainda este ano a OMS já havia divulgado um relatório afirmando que o consumo abusivo de álcool mata mais do que a tuberculose, a violência e a AIDS em todo o mundo. Segundo a OMS “as políticas de controle do álcool são fracas e ainda não são prioridade para a maioria dos governos, apesar do impacto que o hábito causa na sociedade: acidentes de carro, violência, doenças, abandono de crianças e ausência no trabalho”.
Fonte: Juventud Rebelde
Cuba cumple metas del milenio para la salud
Colaboración médica atendió a 971 425 152 personas en el orbe, y salvó más de cuatro millones de vidas humanas, se conoció en la apertura de la Convención Internacional Cuba Salud 2012
El Sistema de Salud cubano se caracteriza por la articulación de la voluntad política, las estrategias de promoción, prevención y protección, así como la participación comunitaria e intersectorial, teniendo la atención primaria como célula básica, aseguró el doctor Roberto Morales Ojeda, ministro del sector, en la inauguración este lunes de la Convención Internacional Cuba Salud 2012.
No início de outubro, o gigante americano United Health Group (UHG) anunciou a compra da operadora de planos de saúde Amil, um negócio que pode alcançar a vultosa cifra de 9,9 bilhões de reais. Coincidentemente, a ruidosa aquisição foi fechada na mesma semana em que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) impôs uma severa restrição a 38 operadoras de seguro saúde, ora proibidas de comercializar novos planos por três meses. A decisão, anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi provocada pelo descumprimento de prazos máximos para a marcação de consultas, exames e cirurgias.
Os episódios são emblemáticos. De um lado, revela o forte crescimento e a tendência de concentração das empresas do setor, que movimentou 84,1 bilhões de reais no ano passado, valor 11,5% superior ao de 2010. De outro, as operadoras sofrem cobranças cada vez maiores por conta da baixa qualidade dos serviços ofertados, com mais de 10 mil reclamações de usuários de julho a setembro, segundo a ANS. Ainda assim, o País mostra-se dependente do setor, responsável pela assistência médica a 48 milhões de brasileiros, um quarto da população.
Brasília – As mortes por assassinato de jovens negros no país são, proporcionalmente, duas vezes e meia maior do que entre os jovens brancos. Em 2010, o índice de mortes violentas de jovens negros foi de 72, para cada 100 mil habitantes; enquanto entre os jovens brancos foi de 28,3 por 100 mil habitantes.
A evolução do índice em oito anos também foi desfavorável para o jovem negro. Na comparação com os números de 2002, a taxa de homicídio de jovens brancos caiu (era 40,6 por 100 mil habitantes). Já entre os jovens negros o índice subiu (era 69,6 por 100 mil habitantes).
Os dados fazem parte do Mapa da Violência 2012: A Cor dos Homicídios no Brasil, divulgado hoje (29) em Brasília, pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela), a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir).
No passado tivemos a importante experiência da Ceme, que nos permitiu aprender com os acertos e erros acumulados em sua implantação
Em um mercado global que movimenta um trilhão de dólares ao ano, o Brasil está entre os dez mercados farmacêuticos mais importantes. Vivemos um momento de franco processo de envelhecimento da população, com a predominância das doenças crônico-degenerativas cujo controle implica o uso por longos períodos de drogas cada vez mais caras e dependendo do governo para seu uso e acesso. Como garantir o acesso da nossa população aos medicamentos essenciais? No passado tivemos a importante experiência da Ceme, que envolveu produção, aquisição, distribuição, desenvolvimento e pesquisa de medicamentos, e que nos permitiu aprender com os acertos e erros acumulados em sua implantação.
A partir de 2000, a política de genéricos cria uma mudança estrutural no mercado e na política de acesso. Hoje, cerca de 25% do mercado farmacêutico são de genéricos e em processo crescente de expansão.
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