Na sequência, a revista traz um conjunto variado de artigos oriundos de pesquisas, que refletem a amplitude que o periódico vem assumindo, resultado da complexidade e pluralidade de questões que hoje giram em torno do conceito de reforma sanitária.
Brasília – Médicos de todo o país fizeram ontem (26) uma manifestação em frente ao Ministério da Saúde pedindo mais recursos para a área. Segundo o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz Dávilla, um levantamento feito pelas entidades médicas diagnosticou um grave quadro na área de financiamento da saúde pública.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou na última sexta-feira (22/10) uma nova regulamentação para a venda de antibióticos no país. A partir de agora o paciente que for a qualquer farmácia ou drogaria deverá apresentar a prescrição médica, que ficará retida no estabelecimento. O prazo para adequação será de 30 dias a partir da publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), que deve acontecer na próxima semana
A cientista política Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília, assina artigo em que comenta o debate sobre o aborto nas eleições de 2010 e analisa a questão sob os aspectos da descriminalização e da discriminação. Leia na íntegra:
O debate sobre a descriminalização do aborto ainda não aconteceu no Brasil. Até este momento, a prática não havia ocupado posição central nos noticiários, no debate político nem nas disputas eleitorais. Quando ganhou a cena na campanha de 2010, apareceu marcada pela oposição entre a defesa e a ofensiva contra ‘a vida’.
Brasília – O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem (19) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está concluindo uma regulamentação para evitar a venda de antibióticos sem receita médica.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma cobrança formal a todos os laboratórios farmacêuticos para que haja mais empenho destes na produção de tratamentos do chamado grupo de doenças infecciosas crônicas, encontradas principalmente em populações pobres. De acordo com relatório divulgado hoje pela OMS, os tratamentos são considerados simples e seguros, mas ainda não são suficientes para atender a demanda.
Os esforços para a eliminação da tuberculose ganharam ontem (13/10) mais um aliado. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um plano internacional para o combate à doença nos próximos cinco anos. Cerca de 22 países – entre eles o Brasil – farão parte do contingente formado pela OMS para tratar do assunto. O Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, integra o grupo países que concentram 80% do casos de tuberculose no mundo.
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