Cebes divulga documento que propõe mudanças na saúde
Texto, que foi elaborado por seis entidades, ganhou apoio do PSB e já está mãos da presidente eleita Dilma Roussef
Texto, que foi elaborado por seis entidades, ganhou apoio do PSB e já está mãos da presidente eleita Dilma Roussef
Começou na quarta-feira (01) e segue até o dia 05, a I Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento de Sistemas Universais de Seguridade Social, em Brasília. São esperados representantes de 95 países que irão debater sobre a construção de sistemas universais de seguridade social, os desafios da universalização do acesso à saúde, à previdência pública e à assistência social e a necessidade de se definir uma agenda política e de estratégia de mobilização nacional e internacional em torno do tema.
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), há pelo menos em todo o país 112 mil processos relativos à saúde. São pessoas que pedem medicamentos, tratamentos, leitos ou qualquer outro direito relacionado ao setor. O órgão realizou este balanço coletando dados de 20 dos 91 tribunais brasileiros. Só no estado de São Paulo há 44 mil ações pedindo acesso a procedimentos médicos, vagas em hospitais e reclamações contra planos de saúde privados.
Neste ano, a RSMLAC está integrando a Campanha Ponto Final na Violência contra Mulheres e Meninas ao Dia Internacional da Não Violência buscando com isto que se promovam ações que estimulem um maior compromisso social por parte dos Estados “para prevenir, punir e erradicar a violência contra mulheres e meninas e oferecer plena defesa dos direitos humanos e promoção da saúde integral”. A Ponto Final está sendo desenvolvida, desde o início do ano, em quatro países da região – Bolívia, Brasil, Guatemala e Haiti – e tem como proposta desnaturalizar e eliminar a aceitação social de todas as formas de violência contra as mulheres nos diversos níveis sociais. É coordenada na região da América Latina e do Caribe pela Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas e do Caribe – RSMLAC, e é resultante de uma parceria com a Oxfam Novib.
Segundo a organização do evento, o objetivo do encontro é estreitar os laços entre movimentos sociais, entidades e cidadãos que lutam pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Brasília – O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defendeu hoje (11) a destinação de mais R$ 50 bilhões para a pasta, independentemente da fonte de recursos. Segundo ele, não importa se o dinheiro virá do Orçamento do governo federal ou de um novo imposto. Para Temporão, o fundamental é que o ministério tenha verba para conter o subfinanciamento do sistema público de assistência.