Quem pode viver e quem pode morrer?

A morte do Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento Duvanier Paiva, ocorrida no mês de janeiro, depois de sofrer um infarto e não ser atendido em dois hospitais privados de Brasília, provocou um sentimento de desamparo em todos nós. Fomos expostos à frágil realidade de nosso sistema de saúde em nos proteger de uma morte súbita e precoce.

Cebes apóia defesa ao Juiz Baltasar Garzón

A professora Margarida Genevois, ex presidente da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo, figura de extraordinário relevo na defesa dos direitos humanos no continente, autora de numerosas ações de proteção a perseguidos, tanto durante a ditadura, como nos anos posteriores, nos enviou a nota publicada ao final deste post, pedindo a colaboração para a luta em defesa do juiz espanhol Baltazar Garzón.

Caixa Econômica Federal Contra o Direito à Saúde

Segundo a notícia, divulgada dia 02 de fevereiro de 2012, “A nova seguradora de saúde da Caixa Econômica Federal (CEF) está completando três meses de atividades com cerca de 5 mil clientes de seguro-saúde e outros 2 mil de planos odontológicos” e “a meta é chegar em 2015 com 500 mil beneficiários”. Desde 2010 a Caixa estuda oferecer planos de saúde, especialmente aos mais pobres”

Cebes se reúne com outras entidades para debater a Campanha da Fraternidade de 2012

Além do Cebes, movimentos como os Gritos dos Excluídos, as Pastorais de Saúde, o Instituto de Economia do Conselho Indigenista Comunitário, Pesquisadores da Saúde da UNICAMP, Pastoral da Aids, INESC, Sindicato dos Médicos do RJ, entre outros, atenderam ao convite da CNBB para conhecerem melhor o texto base da Campanha da Fraternidade e refletirem juntos os caminhos para a saúde pública no Brasil.

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