Antibióticos: Anvisa anuncia mudança de medicamento para tarja preta

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou na última sexta-feira (22/10) uma nova regulamentação para a venda de antibióticos no país. A partir de agora o paciente que for a qualquer farmácia ou drogaria deverá apresentar a prescrição médica, que ficará retida no estabelecimento. O prazo para adequação será de 30 dias a partir da publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), que deve acontecer na próxima semana

O voto do Nordeste: para além do preconceito

O Nordeste liderou o crescimento do emprego formal no país com 5,9% de crescimento ao ano entre 2003 e 2009, taxa superior a de 5,4% registrada para o Brasil como um todo, e aos 5,2% do Sudeste, segundo dados da RAIS. Daí a ampla aprovação do Governo Lula em todos os Estados e nas diversas camadas da sociedade nordestina se refletir na acolhida a Dilma.

Vence o preconceito no debate sobre o aborto

A cientista política Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília, assina artigo em que comenta o debate sobre o aborto nas eleições de 2010 e analisa a questão sob os aspectos da descriminalização e da discriminação. Leia na íntegra:
O debate sobre a descriminalização do aborto ainda não aconteceu no Brasil. Até este momento, a prática não havia ocupado posição central nos noticiários, no debate político nem nas disputas eleitorais. Quando ganhou a cena na campanha de 2010, apareceu marcada pela oposição entre a defesa e a ofensiva contra ‘a vida’.

Não abjurar

Uma tarefa bem mais amena consiste no reconhecimento das mil e uma utilidades dos vaticínios acerca de nossas supostas inclinações reacionárias. Na saúde, a serventia das convicções sobre o apego às tradições inclui desde a atribuição de conotações biológicas aos valores religiosos à elaboração e promulgação de normas que dinamizam a estratificação e iniquidade.

Indústria farmacêutica no alvo de cobranças para reduzir doenças tropicais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma cobrança formal a todos os laboratórios farmacêuticos para que haja mais empenho destes na produção de tratamentos do chamado grupo de doenças infecciosas crônicas, encontradas principalmente em populações pobres. De acordo com relatório divulgado hoje pela OMS, os tratamentos são considerados simples e seguros, mas ainda não são suficientes para atender a demanda.

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