Publicações

Saúde em Debate v.43 nº 123

Saúde em Debate v.43 nº 123

A Vigilância em Saúde que hoje reúne a vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e de saúde do trabalhador ainda tem muito que progredir até dar direito pleno de notificação epidemiológica a todos os cidadãos, e não apenas aos profissionais de saúde. (...) O corolário do século XXI é: sem democracia e comitês populares participativos, não há Vigilância em Saúde

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Saúde em Debate v. 43 n. Especial 7 – Ciências sociais e saúde coletiva: diálogos

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 7 – Ciências sociais e saúde coletiva: diálogos

Número temático explora em perspectiva multiprofissional um leque de temas de interesse do campo das ciências sociais aplicado à área de saúde. Retomando o pressuposto original do projeto da saúde coletiva, os artigos e ensaios reunidos incorporam ‘no seu criar, no seu pensar e no seu fazer’ os diferentes pontos de vista das diversas ciências humanas e sociais e do campo da saúde.

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Saúde em Debate v. 43 n. Especial 2 – Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS

Saúde em Debate v. 43 n. Especial 2 – Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS

A revista ‘Saúde em Debate’ acolheu a proposta da edição temática ‘Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS’. Os artigos discutem e ampliam o entendimento sobre as relações entre os conceitos de pesquisa translacional e de tradução do conhecimento para o SUS, além da sua importância para o Complexo Econômico e Industrial da Saúde, passando pela apresentação e pela análise de mecanismos e ferramentas para facilitar e mediar a aplicabilidade dos resultados de pesquisa científica nas políticas de saúde, até à investigação sobre como as estratégias governamentais podem incentivar o desenvolvimento da pesquisa translacional que vêm ocorrendo no Brasil.

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Saúde em Debate v. 43 n. 6 – Atenção básica e a micropolítica da gestão

Saúde em Debate v. 43 n. 6 – Atenção básica e a micropolítica da gestão

Atenção básica e a micropolítica da gestão - Propor movimentos de análise sobre o processo que opera na gestão e na produção das equipes de saúde não é uma ação rotineira que identificamos nos serviços. Com facilidade, o que encontramos são conflitos de diferentes origens e uma baixa capacidade de enfrentá-los como matéria: o gerar. São processos que agitam a vida dos serviços que recortam as atividades e nos convocam para análise, um convite que quase sempre deixamos para depois. São pontos que agitam o nosso processo de operar por entre as lógicas instituídas como analisadores. Tomar o cotidiano do trabalho nas suas diferentes redes e formas de atenção e gestão requer um exercício de olhar para uso das tecnologias que são incorporadas nesse processo em suas diferentes dimensões: operativas, políticas, comunicacionais, simbólicas, subjetivas.

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