De Erundina para Dilma: “Não se intimide”
Primeira mulher a comandar a maior cidade do país, deputada adverte presidenta que sociedade é mais tolerante com os erros dos homens e aconselha petista a transformar eventual discriminação em luta.
Primeira mulher a comandar a maior cidade do país, deputada adverte presidenta que sociedade é mais tolerante com os erros dos homens e aconselha petista a transformar eventual discriminação em luta.
Os autores Matthew Harris (Kings College London) e Andy Haines (London School of Hygiene and Tropical Medicine) escrevem sobre ss resultados positivos alcançados pelo Programa de Saúde da Familia.
Em primeiro lugar é necessário reconhecer a vitória que foi a definição conceitual de gastos em saúde. Isso permitirá um monitoramento mais adequado do cumprimento da legislação por estados e municípios, além da captação de recursos adicionais estimados em cerca de três bilhões de reais /ano, embora seja consenso que esse volume de recursos será claramente insuficiente para atender as necessidades do financiamento setorial.
Está no ar desde o início de janeiro o blog “Saúde com Dilma”, ferramenta voltada para discutir aspectos da Saúde pública no governo Dilma Rousseff. Assinada por uma equipe formada por vários representantes do movimento sanitário, a página eletrônica nasceu como uma área de divulgação de um grupo que tinha como propósito apoiar a indicação do ministro da saúde do governo Dilma.
A reunião contou com a presença de integrantes da ABRASCO, da Rede Unida e da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, além de membros da equipe do ministro, como Helvécio Miranda Magalhães, Odorico Monteiro e Eliane Cruz, entre outros.
Em seu discurso de posse (3/01), o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que uma de suas metas será a implantação de um mecanismo para garantir atendimento com qualidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
No momento em que se forma a equipe do novo governo, manifestamos nossa preocupação com os destinos da saúde no Brasil. Nesses mais de 20 anos da Constituição de 1988 e do SUS, o direito à saúde tem sido violado, postergado e utilizado como artifício para favorecer interesses particulares, sejam eles político-partidários, do mercado, ou mesmo de gestores públicos.