A mercantilização da saúde e seus riscos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, em 10 de julho, a suspensão de 268 planos de saúde comercializados por 37 operadoras. O motivo foi o desrespeito aos prazos máximos de atendimento aos usuários, conforme a Resolução Normativa 259 da ANS.

A crônica da morte imprevista

Recebi a Crônica publicada pelo viúvo de Bárbara Starfield e fui tocado pela proximidade da pessoa e da ideia. O discurso do médico pediatra e sanitarista fala da perda da companheira e comove pela detecção de que o serviço de saúde pública nos EUA não funciona como sistema. O depoimento do marido dela é mais que uma crônica.

Os consensos do CNS e o papel dos conselhos no debate das Plenárias

O Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) esteve presente em mais uma reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que aconteceu nos dias 11 e 12 de julho, em Brasília. Trata-se da 235ª Reunião Ordinária do CNS, que trouxe em pauta temas como a carreira no SUS; a Lei de acesso à informação e o repasse de verbas por parte do Ministério da Saúde para os estados e municípios.

Basta suspender planos de saúde ruins?

As empresas que operam planos privados de saúde vendem planos de todos os preços, de acordo com o poder aquisitivo de quem paga. Isso parece bom, pois a primeira vista possibilita a todos ter algum plano e se sentir protegido quando tem algum problema de saúde ou mesmo quando for fazer a propagada prevenção. Mas um olhar mais cuidadoso pode mostrar que, como está, isso é ruim para a população.

É hora da sociedade brasileira abraçar o SUS

Ninguém hoje questiona que o Sistema Único de Saúde, integral e universal, foi uma conquista da sociedade brasileira. No contexto da luta pela redemocratização do país, um somatório de forças oriundas do movimento popular, da academia, dos trabalhadores da saúde e de partidos políticos foi decisivo para inserir na Constituição de 1988 a já consagrada inscrição: “a saúde é direito de todos e dever do Estado”.

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