CEBES pela legalização do aborto

O dia 28 de Setembro foi definido como data para mobilização pela descriminalização do aborto na América Latina. Ana Costa, presidenta do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), avalia que a conquista do direito à interrupção da gravidez indesejada é um avanço na luta pelos direitos humanos e pelo fortalecimento da democracia: “Os direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais na consolidação da nossa democracia. Integram esses direitos desde a livre orientação sexual até a liberdade decisória em relação ao aborto”

O direito à saude nas mãos da sociedade

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (21/09) a sua versão da regulamentação da Emenda Constitucional 29. Foi votado e aprovado o último destaque que faltava, apresentado pelo DEM, que retirou a base de cálculo da Contribuição Social para a Saúde (CSS), na prática tornando inócuo o novo imposto. A matéria retornará ao Senado para apreciação final. Para fomentar o debate em torno do financiamento da Saúde, o Cebes apresenta dois textos autorais.

DEBATE: REGULAMENTAÇÃO DA EC 29

Depois de 11 anos, a regulamentação da Emenda Constitucional 29 (PLP 306/08), que determina o volume mínimo de gastos com saúde dentro dos orçamentos da União, Estados e Municípios, está prestes a ser votada na próxima quarta-feira (21) na Câmara dos Deputados. A votação trouxe à tona o debate sobre o financiamento e a necessidade de uma nova fonte de recursos para a saúde.

Cidadania: caminho para a concretização das igualdades sociais

Pesquisadora na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sonia Fleury é doutora em Ciência Política e mestre em Sociologia pelo IUPERJ, além de bacharel em Psicologia pela UFMG. Membro da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS), no período de 2006 a 2008. Pesquisadora Titular Aposentada (1995) da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, onde coordenou centro de pesquisas em políticas e reformas de saúde. Foi presidente do Centro de Estudos Brasileiros em Saúde (CEBES), na gestão 2006-2009.

Mensuração dos gastos tributários em Saúde (2003-2006)

“Esta pesquisa traz novamente à tona, a drástica canalização de recursos públicos federais, por meio da renúncia fiscal, para o mercado de planos privados de saúde, de medicamentos, de hospitais privados, de empregadores e de consumidores, em detrimento do financiamento do sistema público, e com dois agravantes acintosos: 1º – o crescimento anual desses subsídios se dá em proporção muito maior que o dos gastos do Ministério da Saúde, e 2º esta política é sistematicamente escamoteada ou alijada do debate com a sociedade, com o parlamento e com os órgãos colegiados do SUS, de gestão e de controle social.

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