Seminário internacional traz Slavoj Žižek, David Harvey e Michael Heinrich para debater a atualidade do marxismo em tempos de crise global

Evento sobre o filósofo alemão Karl Marx, a se realizar em São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Recife e Salvador entre os meses de março e maio, contará com a participação de alguns dos mais renomados especialistas do Brasil e do exterior
Diante das consequências da crise econômica global e da nova configuração política no Brasil e no mundo, o que Marx tem a nos ensinar hoje? Como a sua vasta obra, principalmente O capital, pode contribuir para entender e transformar o nosso tempo? Para debater a atualidade e a pertinência da produção teórica desse gigante da filosofia, a Boitempo Editorial e o Sesc realizam durante os meses de março e maio o seminário internacional “MARX: a criação destruidora”, que reunirá alguns dos mais renomados especialistas da tradição marxista, com destaque para o filósofo esloveno Slavoj Žižek, o geógrafo britânico David Harvey e o cientista político alemão Michael Heinrich, integrante do projeto MEGA-2 (Marx-Engels-Gesamtausgabe), instituição detentora e curadora dos manuscritos de Karl Marx e Friedrich Engels.

Re demo cracia

Uma nova revolução social está por vir. Caberá a cada um de nós, brasileiros, decidirmos se queremos romper com séculos de tenebrosas transações. Os governos sistematicamente e sem exceção, têm utilizado a máxima da reciprocidade comercial com seus financiadores. É claro que isso pode parecer aceitável depois de tanto tempo sob o regime individualista do capital, mas essa distorção das regras deve ser corrigida, como tem sido feito nas sociedades mais desenvolvidas.
Vamos tentar não fugir do foco principal: evoluir para uma sociedade mais justa e igualitária, certo? Independente de credo, cor, condição financeira ou intelectual, todos queremos um Mundo melhor, mais justo e que tenha seus extremos, mas sem exageros. Ricos sim, pobres sim, mas mega milionários sempre terão seus cadáveres no armário: a miséria extrema. Equilíbrio em prol da maioria, resumindo.

Novo prazo para inscrição para o Curso de Comunicação e Informação em Saúde para o Controle Social

As inscrições para o Curso de Comunicação e Informação em Saúde para o Controle Social foram prorrogadas até o dia 11 de março de 2013. Esta etapa de inscrição é apenas para os conselheiros já selecionados para o curso.
Os conselheiros devem passar por uma pré-seleção e só depois efetivar a inscrição. Clique aqui para acessar a relação dos conselheiros já selecionados, que devem confirmar a inscrição, até o dia 11 de março. Há ainda a possibilidade de substituição dos conselheiros não reeleitos pelos novos eleitos, desde que eles atendam às regras de participação previstas no edital. Os prazos já mencionados valem também para os novos conselheiros.

Encontro na Guatemala resulta em documentos sobre a cobertura de saúde universal

Médicos del Mundo fue convocado a la consulta, y participó a través de la invitación y presencia de su Presidente Gonzalo Basile. Nuestra organización trabajó también como representación del comité ejecutivo internacional del Foro Social Mundial de Salud y Seguridad Social en dicho evento y en el marco de una agenda en común de incidencia junto a la Asociación Latinoamericana de Medicina Social(ALAMES) representada en Guatemala por su coordinadora general Nila Heredia, ex Ministra de Salud de Bolivia, y Rafael González, su secretario ejecutivo.

Conselhos de Medicina divulgam novos dados sobre o perfil e a distribuição dos médicos no Brasil

Os números do segundo volume da pesquisa Demografia Médica, que serão apresentados à imprensa nesta segunda-feira (18/02), revelam os motivos da má distribuição e da falta localizada de médicos.
O Brasil é um país marcado pela desigualdade no que se refere ao acesso à assistência médica. Uma conjunção de fatores – como a ausência de políticas públicas efetivas nas áreas de ensino e trabalho, assim como poucos investimentos – tem contribuído para que a população médica brasileira, apesar de apresentar uma curva constante de crescimento, permaneça mal distribuída pelo território nacional e com baixa adesão ao trabalho na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente nas áreas de difícil provimento.

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