Uma viagem de esperança pela África

Os consumidores estão reclamando até nos países ricos da Europa e nos Estados Unidos. Mas imagine a situação dos que vivem com menos de US$1 por dia – o “bilhão inferior,” os mais pobres entre os pobres do mundo. A maioria vive na África, e muitos gastam dois terços da renda com alimentos.

Violência como um problema de saúde pública: da teoria à prática

O título acima é o da mesa-redonda em que participei no Seminário Nacional do CONASS, Violência uma epidemia silenciosa, ocorrido nos dias 29 e 30 de abril de 2008 em Porto Alegre, representando o Cebes. Para abordar o tema proposto torna-se necessário previamente posicionar-se sobre o conceito de violência e suas causas.

Documento do INESC aponta danos do projeto de reforma tributária para políticas públicas

Levantamento apresentado hoje (15/5) pelo IPEA sobre a injustiça tributária no Brasil, a pedido do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), mostra a fragilidade do Estado brasileiro para o financiamento de suas obrigações, como saúde, educação, segurança, justiça. Os dados consolidados de 2005 apontam que o Estado só fica com 12% de tudo o que arrecada, ou seja, um terço dos 34% da carga bruta de impostos.

Especialistas discutem inclusão social e impactos sobre as políticas públicas

Segundo o estudo, entre as principais causas da ascensão social estão a expansão do crédito ao consumidor; a queda dos preços dos bens de consumo duráveis; a redução do desemprego e o aumento da renda média. Neste caso, os programas sociais do governo têm ajudado a aumentar a renda da base da pirâmide social.

De acordo com a pesquisa, a maior parte do contingente de 20 milhões de pessoas que passou para a classe C vem da base da pirâmide populacional – as classes D e E, em torno de 12 milhões. As camadas A/B, que perderam poder aquisitivo, somaram 4,7 milhões pessoas à classe C e o restante advém do crescimento populacional.

Reunião de Conjuntura do Cebes em 26 de maio discute epidemia de dengue

A próxima Reunião de Conjuntura do Cebes em 2008 tem uma pauta especial. De novo vivemos no país, mas em especial no Rio de Janeiro, o temor da dengue. A história se repete. Mas agora, diferente do que dizia Marx, ela vem como tragédia e farsa ao mesmo tempo. Tragédia pelo sofrimento e temor da população diante do inaceitável número de mortes causadas por uma doença cuja prevenção, sintomas e tratamento são bastante conhecidos. E farsa pelo cenário montado às pressas, como se o aviso não tivesse sido estampado todos os dias e há muito tempo diante das autoridades.

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